O Pequeno Príncipe, clássico da literatura infantil escrito e ilustrado pelo francês Antoine de Saint-Exupéry, vai ganhar uma adaptação para o cinema com direção de Mark Osborne (Kung Fu Panda).
A animação 3D custará 45 milhões de euros – é um dos maiores projetos europeus anunciados este ano. Os produtores franceses Aton Soumache (Renaissance) e Dimitri Rassam (A Cidade Das Crianças) contrataram Osborne com a intenção de dar ao filme um apelo internacional e, em conversa com a Variety, citam como exemplo a relação que o diretor japonês Hayao Miyazaki tem com Hollywood. No momento, os produtores buscam um elenco internacional para emprestar suas vozes aos personagens.
À primeira vista, um livro para crianças. Na definição de Antoine Saint-Exupéry, seu autor, “um livro urgentíssimo para adultos”, o que talvez explique a extraordinária sobrevivência literária de O Pequeno Príncipe. Publicado pela primeira vez em 1943 na Nova York em que foi escrito e, no ano seguinte, na França, o livro chegou à Agir com o componente de acaso que, em geral, cerca a edição de fenômenos editoriais, já que a obra havia sido comprada por outra tradicional editora brasileira, que desistiu da publicação. Traduzida primorosamente por D. Marcos Barbosa, a versão brasileira chegou à livrarias em 1952, tendo vendido desde então mais de 4 milhões de exemplares.
Le Petit Prince, The Little Prince, El Principito, Der Kleine Prinz – em qualquer uma das mais de 150 línguas em que é publicado, causa encanto a história do piloto cujo avião cai no deserto do Saara, onde ele encontra um príncipe, “um pedacinho de gente inteiramente extraordinário” que o leva a uma jornada filosófica e poética através de planetas que encerram a solidão humana em personagens como o vaidoso, capaz de ouvir apenas elogios; o acendedor de lampiões, fiel ao regulamento; o bêbado, que bebia por ter vergonha de beber; o homem de negócios que possuía as estrelas contando-as e encontrando-as em ambição inútil e desenfreada; a serpente enigmática; a flor a qual amava acima de todos os planetas.
“Na primeira noite adormeci pois sobre a reai, a milhas e milhas de qualquer terra habitada. Estava mais isolado que o náufrago numa tábua, perdido no meio do mar. Imaginem então a minha surpresa, quando, ao despertar do dia, uma vozinha estranha me acordou. Dizia:- Por favor desenha-me um carneiro!”
O Pequeno Príncipe entra em desenvolvimento em 2012, com estreia prevista para 2014.
Você conhece o livro – O Pequeno Príncipe Ilustrado em Edição Pop-up ?
O Pequeno Príncipe em pop-up tem ilustrações que parecem saltar do papel. As imagens são lindas aquarelas do autor.
O livro traz o texto integral do clássico O Pequeno Príncipe.
Fiquei encantada e quero de presente no meu aniversário. Eu sou apaixonada por livros pop-up. Tenho um guardado aqui, bem antigo, me lembra demais a minha infância.
Encontrei no Submarino por R$ 39,81, MAS OS PREÇOS CHEGAM A R$80,00!
Você sabe o que é um livro pop-up?
Estas imagens que parecem saltar das páginas quando abrimos o livro são chamadas de pop-up, uma dobradura feita com o maior cuidado. “Um livro pop-up exige um trabalho de arquitetura de papel muito sofisticado, mesmo o mais simples dele. E isso é algo para se respeitar. A maioria dos livros pop-ups é divertida ou está na fronteira do livro e do brinquedo, pois, quando a criança é bem pequenininha, tudo serve para brincar”, diz Bel Coelho, editora da Cosac Naify.
A história do livro pop-up é simples: começou em 1300 com livros feitos para explicar a astronomia, em três dimensões, e só depois de 600 anos é que passou a fazer parte da literatura infantil com um anuário chamado Daily Express Children’s. Mas até então, as imagens eram chamadas de ilustrações móveis. Só em 1930, com o escritor Harold Lentz, é que o termo pop-up surgiu.
bisou bisou,
Viviane








































