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O passo a passo para reproduzir a kombucha

Estávamos procurando alguém para nos doar o scoby (disco gelatinoso feito de colônias de bactérias e leveduras) e iniciar o nosso “cultivo” do Kombuchá e conseguimos!  A Tati (uma querida! Nos explicou tudo!), do grupo no face: KEFIR E PROBIÓTICOS nos forneceu! Faz uma semana que iniciamos o processo. Fiz uma pesquisa em diversos sites e as informações estão neste post.

Antes de ler o texto saiba que a “panqueca” da kombuchá, “mãe da kombucha”,  ”colônia bacteriana”, “porção gelatinosa de bactérias” ou “scoby” são todos sinônimos (trata-se da “panqueca” da foto).

Uma das alternativas alimentares probióticas é o uso, diário, da kombucha. Esta é uma bebida milenar, da culinária oriental, feita com chá, verde ou preto, fermentado naturalmente.

A fermentação natural é um processo que envolve as “bactérias do bem” e a transformação que estas produzem no alimento que povoam – degradam proteínas e enzimas que nos são maléficas ou difíceis, acrescentam vitaminas e outros produtos do metabolismo bacteriano, repovoam a nossa flora intestinal, limpam as mucosas do aparelho gastro-intestinal e nos aportam.

Como se usa a kombucha?

O uso diário, ou frequente, da kombucha é um grande aliado na manutenção da imunidade da mucosa gástrica e na prevenção de infecções externas, que ocorrem com maior frequência quando a flora intestinal está carente de bactérias defensoras da saúde, aquelas que nos coabitam há milênios.

Com o uso da kombucha – e de outros alimentos naturalmente fermentados – conseguiremos melhorar a saúde do intestino e, através deste, do corpo todo.

Kombucha é uma colônia ou uma levedura composta de microorganismos aglomerados em uma massa de celulose parecida com uma panqueca. Quando a “panqueca” é colocada numa vasilha contendo uma mistura do chá e do açúcar, transforma o líquido em uma bebida refrescante levemente borbulhante, doce e azeda com uma fragrância frugal muito saborosa que fornece diversos ácidos e nutrientes, excelentes para a saúde. A cultura de Kombucha se alimenta do açúcar e, na troca, produz outras substâncias valiosas que se formam na bebida: o ácido glucurônico, ácido glucônico, ácido láctico, vitaminas, aminoácidos, substâncias antibióticas. Dentre outras substâncias, o álcool de 0.5% a 1% também é produzido, mas não caracteriza bebida alcoólica.

A dose diária recomendada é de 100 a 300 ml.

Como se faz kombucha?

Em outros países você consegue comprar kombucha no supermercado mas, aqui no Brasil, vamos produzir em casa mesmo.

Não é difícil, afinal e você precisa só de ter o ponto inicial, uma dose da colônia bacteriana que promove essa fermentação específica, o que se pode conseguir em grupos na internet. Basta você comprar, ou ganhar, uma porção da “mãe”, que é a base de todo processo fermentativo.

A “mãe da kombucha” não é fundamental para a fermentação mas facilita bastante. Se você não tiver a “mãe da fermentação” à disposição, quer dizer, uma colônia das bactérias adequadas, a fermentação ocorrerá também mas poderá atrair outras cepas de bactéria diferentes o que, eventualmente, pode não ser salutar.

Felizmente, aqui entre nós, é fácil de se conseguir uma colônia de kombucha, seja por doação (pela internet, facebook, fóruns ou blogs – procure pela palavra “kombucha”) ou até mesmo, comprando pelo Mercado Livre, por exemplo.

Prefira quem possa fornecer a você a base com um pouco do chá que a acompanha, pois assim é mais fácil de reproduzir (não varia o meio onde as bactérias se encontram).

O passo a passo para reproduzir a kombucha

 

Considerações iniciais:

É necessário lavar bem as mãos com sabão, tirar os anéis metálicos e limpar também, cuidadosamente, as superfícies sobre as quais serão colocados os objetos que irão entrar em contato com o cultivo ou com o chá.

Segundo o Lucas Montanari do Com Ciência Saúde, empresa que ensina sobre alimentação natural e saúde humana, o passo a passo para a reprodução da kombucha é o seguinte (com acréscimos importantes):

  • 1) Deve-se preparar chá preto ou chá verde em infusão na água fervente (água mineral pura e sem cloro) como de costume, em uma panela de aço inoxidável. Evitar qualquer utensílio de alumínio. Ex. prepare o chá com  com 1 litro de água. Deixar que a água ferva durante 5 a 10 minutos e, então, adicionar 50 gr de açúcar demerara e deixar ferver por mais 2 ou 3 minutos. Desligar o fogo e colocar 5 gr (1 colher de sopa) de folhas secas. Abafe de 15 a 20 minutos, coe e deixe esfriar. Após esfriar, adicione , 100 ml de kombucha já pronto (trata-se do chá já fermentado (bebida pronta) que deve vir junto à “panqueca” da kombuchá) OU 1 colher de sopa de vinagre de maçã.
  • 2) O chá deve ser despejado no vidro (grande, esterilizado, onde ocorrerá a fermentação). A “panqueca” da Kombuchá  (a mãe da fermentação, a “panqueca” – porção gelatinosa de bactérias)  deverá ser colocada com cuidado o cultivo sobre a superfície do líquido com a parte mais fina e clara para cima e a parte mais rugosa e escura para baixo. Não importa se o cultivo afundar ou virar. Este vidro (evite inox e nunca use alumínio!), de boca larga, deverá ser coberto com gaze ou tecido de algodão, para permitir a saída dos gases que se formam na fermentação e impedir a entrada das mosquinhas (aquelas pequeninas, as Drosophilas)
            Obs.:  A cultura de kombuchá deverá ser acrescentada à infusão após esta esfriar, caso contrário, morrerá.
  • 3) O vidro deve permanecer, tampado com o pano (coloque um elástico em volta da boca do vidro, fixando o tecido no lugar), em local escuro e fresco, onde não receba fumaça de cigarro, esporos de plantas, nem raios diretos do sol, pelo período de 5 a 7 dias, tempo médio que varia conforme a temperatura ambiente e da época do ano. Entretanto, pode-se, no calor,  provar a partir do 3º dia com uma colher de plástico (nunca alumínio) já que em cada local a fermentação procede de maneira singular. Ou seja, quanto mais quente o ambiente, mais rápido a fermentação ocorrerá. O paladar se assemelhará ao de um guaraná ou champagne, inclusive desprendendo algumas bolhas. Não há regra fixa, o gosto do interessado é que decidirá se está pronto ou se vale esperar mais uns dias.
                                            OBS: Durante a fermentação, desprenderá um certo odor ácido ou avinagrado. É necessário considerar esse fato na hora de selecionar o lugar onde se vai deixar o recipiente. Uma vez em seu lugar, não é conveniente movê-lo, pois isso pode alterar e atrasar o processo, inclusive se for provar a bebida durante a fermentação, tente fazê-lo de forma a movimentar o mínimo possível o líquido ou a colônia.
Ao retirar o pano, veremos que na superfície terá se formado outro cultivo (o “filho”). Se o primeiro cultivo ficou em cima, talvez os dois estejam pregados e será necessário separá-los. Se for necessário separá-las dê preferência ao filho pois deverá ser usado na próxima fermentação.
  • 4) Após esse período a bebida deverá ter um sabor levemente adocicado. Peneire o conteúdo com uma peneira fina – o que ficará na peneira é o scoby (“panqueca”), massa de bactérias vivas, que você deverá guardar para as próximas preparações. Para manter o scoby vivo e saudável, coloque-o em um vidro com 100 ml de água e guarde-o na geladeira. Se desejar continuar produzindo, após a retirada do líquido pronto, o scoby deve ser recolocado em um chá recém preparado, junto com 1 décimo do líquido já pronto anteriormente, reservado para esse ponto de partida e assim, sucessivamente.
ATENÇÃO: É recomendável deixar uns 10% do líquido fermentado para adicioná-lo a uma nova fermentação. Isso não é obrigatório. Se a fermentação em tempo normal está gerando bebidas avinagradas ou muito ácidas é recomendável realizar a fermentação sem os 10% de Kombucha pronto. Lembrando que no calor ou em lugares muito quentes a fermentação ocorre mais rápidamente. O único cuidado real que você tem que tomar é assegurar-se de que a colônia não tenha mofo.
OBS:

Deve-se ter em conta que uma colônia de tamanho médio tem cerca de 5 a 10 cms de diâmetro, é fina como um ovo frito e pesa em torno de 100 a 200 gramas. É possível utilizar medidas exatas utilizando uma balança digital de cozinha.

O sedimento de levedura que se vai formando no recipiente de fermentação pode ser deixado, mas a cada 2 ou 3 meses é conveniente tirá-lo e lavar a vasilha com água muito quente.

O açúcar aqui é utilizado como alimento para as bactérias e leveduras. Quando finalmente formos tomar o chá, a quantidade de açúcar presente nele será mínima.

Uma grande parte do açúcar que se adiciona ao chá é convertida em álcool (0,4 a 0,5%) que, por sua vez, a partir do 5° ou 6° dia começa a ser transformado em ácido acético .

  • 5) A kombucha (líquido peneirado) para seu consumo: você poderá guardar o líquido peneirado em garrafas de plástico (deixe sempre um tanto da garrafa vazia para poder juntar suco de frutas – uns 10% do volume está de bom tamanho)
  • 6) Os sucos de fruta que podem ser acrescentados à kombucha incluem limão, maçã, morango, abacaxi (integrais) ou especiarias como cravo, canela e gengibre. Cada opção tem a ver com o sabor final que terá a sua kombucha.
  • 7) A segunda fase da fermentação se dá nas garrafas de plástico, que devem ser bem fechadas. Nunca use garrafas de vidro pois, nesta fase a fermentação produz muito gás e as garrafas de vidro podem estourar se não forem específicas.
  • 8) As garrafas de plástico, nesta segunda fase de fermentação, ficarão de 24 a 48 horas fora da geladeira. Observe suas garrafas, estas não deverão deformar demais ou estufar demais – se isso acontecer abra levemente e deixe escapar um pouco do gás carbônico que se formou.  Após esse tempo, uma bebida efervescente estará pronta! O sabor é agradável e lembra maçã, com leve azedinho.
  • 9) Após este prazo, a kombucha durará, na geladeira, por até 3 meses, desde que sempre permaneça fechada – mas, mesmo na geladeira, a fermentação continua, então é natural que, quanto mais tarde, mais azeda estará sua kombucha. O ideal é preparar a quantidade que você vai consumir durante 2 semanas, e não mais.
  • 10) Prefira distribuir sua kombucha por garrafinhas pequenas, de uso individual pois, em uma garrafa grande, a bebida poderá acidificar, quando aberta, se transformando em vinagre.
  • 11) Não use nenhum utensílio metálico para preparar a kombucha, pois os metais reagem quimicamente com as bactérias
  • 12) O chá verde ou preto, base para a preparação da kombucha, pode ser substituído por chá mate, de hibisco ou jasmim. Porém, nas literaturas, os autores enfatizam sua preferência pelo chá preto, pois argumentam que ele usado junto ao Kombuchá tem mais efeitos benéficos para o nosso organismo. A colônia parece gostar mais do chá verde e aparentemente se reproduz mais rapidamente nesse chá. De fato os dois chás, o preto e o verde são da planta Camellia sinensis, ambos são fermentados, sendo que o verde é menos fermentado. Existe também da mesma planta o chá não fermentado ou chá branco. Evite os chás de hortelã e capim-santo pois, seus óleos essenciais destroem a colônia de bactérias que faz a fermentação.

Considerações finais:

O Kombuchá necessita de oxigênio para desenvolver seus processos metabólicos.
Por isso é conveniente que a boca do recipiente onde a fermentação se efetuará seja o mais larga possível pois, deste modo, será maior a superficie de contato com o ar. Conseqüentemente, será mais rápido o processo de fermentação.
O pano que cobrirá o recipiente deve protegê-lo dos insetos, mas não deve impedir que o ar passe .

O Kombuchá não necessita de luz para fermentar e ocorre bem à temperatura ambiente, entre os 20 e 30 grau centígrados. O recipiente de fermentação não deve ser movido uma vez iniciado o processo. A cozinha que por sua temperatura mais elevada poderia parecer um bom lugar, não o é, pois os vapores que se desprendem ao cozinhar incidem negativamente sobre a fermentação.

Se alguma vez, por acaso, uma fermentação se converter em vinagre não se desfaça dela. De certo é um vinagre de qualidade singular e sabor diferenciado e pode ser utilizado como tal. As qualidades saudáveis do Kombuchá estão todas nele, potencializadas e multiplicadas.

Adicionando os 10% de chá já fermentado e certificando-se de que o pano que cobre a vasilha deixe entrar livremente o ar, é pouco provável que se origine o tão temido mofo. Quando aparece, costuma formar pequenas ilhas sobre o cultivo “filho” ou boiando sobre a superfície do chá. Seu aspecto é filamentoso semelhante a qualquer outro tipo de mofo. Sua cor pode ser negra, verde, arroxeada, amarelada ou branca (muito branca, diferente do restante da colônia). Se isto ocorrer, meu conselho é desfazer-se de tudo, o chá, o cultivo “mãe” e o cultivo “filho” e, em seguida, lavar bem a vasilha com água fervendo, começando uma nova fermentação com um cultivo são. Leia também Colônia com mofo.

Muitas vezes, no “filho” se formam bolhas, mas isso é normal e não tem nada a ver com o mofo. Também são normais pedaços de cor marrom escuro que surgem na parte inferior do cultivo, em sua maior parte se tratam de células mortas de levedura. Outras vezes, o cultivo forma umas pequenas ilhas de cor esbranquiçada que flutuam sobre o chá. É normal e em 2 ou 3 dias essas ilhas irão aumentar até cobrir toda a superfície.

Os cultivos que não serão usados para uma nova fermentação devem ser descartados no lixo orgânico ou doados a alguém que queira experimentar o Kombuchá. Alguns textos dizem que não devemos, de maneira alguma, descartar nas pias ou vasos sanitários, pois os cultivos poderão crescer até obstruir seu encanamento no caso de contarem com alimento abundante (açúcar). Apesar de que eu pessoalmente nunca tenha lido ou ouvido falar de alguém que tivesse esse problema. Da mesma forma já li que num ambiente tão contaminado a colônia morreria ou seria alimento para outras formas de vida.

Kombucha não deve ser tomada por quem?

  • 1) Mulheres grávida, durante o último trimestre, pela presença de heparina, um anticoagulante que pode ser prejudicial no parto, para a mãe e para o bebê
  • 2) Lactantes, pois a kombucha age como laxante podendo causar dificuldades ao bebê
  • 3) Hemofílicos, por conta da heparina, que é um anticoagulante, situação de alto risco para essas pessoas.

Fonte: greenme.com.br, kombucha.blog.br

O texto é enorme e logo você pega o jeito e tudo fica mais fácil.

A verdade é que eu AMEI a bebida com frutas e dá um certo trabalhinho, mas nada perto do benefício que nos traz.

bisou, bisou,

Vivi



Como fazer seu kefir de leite

kefir é uma bebida láctea de origem asiática, um leite que é fermentado de forma semelhante ao iogurte só que com outros fermentos lácteos. Seu sabor é fresco e ligeiramente ácido, particularmente agradável e digestivo. O kefir é uma bebida de fácil produção caseira, bastando para isso, qualquer tipo de leite, ou mesmo água, e as leveduras adequadas. Experimente.

Esta bebida, usada pelos seres humanos há milhares de anos, é originária do Cáucaso e amplamente utilizada pelos povos da Federação Russa por seu reconhecido benefício à manutenção da saúde de jovens e velhos. Na Rússia o kefir é ainda preparado á maneira tradicional usando leite fresco de ovelha, cabra ou vaca ao qual se acrescentam os fermentos ou grânulos de kefir.

O fermento do kefir é específico e se constitui de leveduras do tipo Saccharomyces kefir e Torula kefir, que controlam o aparecimento de bactérias patogênicas, e que se mantêm em colônias sobre uma base açucarada, em água, leite ou leite de arroz.

Esta bebida é considerada um milagre para o nosso corpo porque contém enzimas (que garantem o bom funcionamento do intestino, ajudando a prevenir alergias e absorver as vitaminas essenciais para a nossa saúde), minerais como cálcio, magnésio, fósforo e zinco além do aminoácido triptofano, necessário ao bom funcionamento do sistema nervoso (muito útil para pessoas com distúrbios de hiperatividade ou perturbações do sono).

O kefir também é rico em vitaminas do complexo B e vitamina K que regulam o sistema renal e atuam como antioxidantes. Por outro lado, é pobre em lactosepodendo ser ingerido por aqueles que são intolerantes. Quem consome kefir regularmente tem o benefício de um bom funcionamento dos intestinos e sistema digestivo o que ajuda o sistema imunológico a se manter em alta. Por suas qualidades, o consumo de kefir é especialmente indicado para as pessoas que precisam de energia extra e para gestantes, ou mulheres que pretendam engravidar, pelo seu elevado teor de ácido fólico.

 

Ingredientes do kefir de leite

círculo verde 50g de grãos de kefir de leite (cerca de duas colheres de sopa)

círculo verde ½ litro de leite a gosto (leite de vaca, de cabra ou de ovelha), à temperatura ambiente

Algumas pessoas fazem 1 litro com apenas uma colher de sopa de grãos de kefir. Fica a seu critério.

Preparação do kefir de leite

Imagem: Live Simply

É importante dizer que em todo o processo de cultivo deve-se ter muito cuidado com a higiene para que os grãos não fiquem contaminados. Eu coloco água quente no vidro em que vou colocar os grãos de kefir toda vez que vou peneirá-lo. Deve-se também separar um kit só para ser usado com seu kefir, como: colher e peneira de plástico, além de uma escovinha roliça com a qual você vai lavar o vidro em que são cultivados os grãos de kefir. Eu não uso sabão, nem detergente neutro. Eu apenas uso a escovinha e coloco água quente em tudo e deixo esfriar. KEFIR NÃO GOSTA DE CLORO (ele pode morrer com água com cloro). Por isso eu procuro enxaguar tudo com água filtrada, sem cloro.

círculo verde 1. Coloque os grãos de kefir em um recipiente de vidro. (É importante não utilizar nenhum metal nem alumínio para não danificar as propriedades do fungo)

círculo verde 2. Despeje o leite (é importante que esteja à temperatura ambiente- o kefir não gosta de leite gelado), mas não encha muito o vidro – o kefir precisa de ar e espaço para crescer. O leite pode ser integral ou semidesnatado,  mas recomendamos que não seja desnatado. Em função da quantidade de grãos adicionados deverá colocar mais ou menos leite, mas geralmente, deve-se encher até a metade ou 3/4 do pote. Eu uso leite de saquinho ou de garrafinha  de plástico (na região encontramos o Xandô ), que normalmente ficam na parte refrigerada do supermercado. São produtos que dura pouco e são menos processados, mas muita gente faz com leite de caixinha mesmo, mas sabemos que leite de caixinha nem pode ser considerado leite (polêmica).

O Kefir de Leite se reproduz sintetizando o açúcar presente no leite, ou seja, a lactose. O ideal é usar leite integral de boa qualidade. Se você tem acesso a alguém que vende leite fresco, melhor ainda!

círculo verde 3. Cubra o recipiente com um pano limpo (estilo voal ou gaze e coloque um elástico- muita gente usa fralda ou papel toalha) e não com a sua respectiva tampa. O pano faz com que o kefir e o leite “respirem“. A tampa impossibilita a entrada de ar e azeda ainda mais o kefir (sim, ele é azedinho). Guarde em um lugar escuro e deixe repousar entre 24  e 48 horas. Não guarde na geladeira, pois o processo de fermentação não se produz no frio. É preciso mexer de vez em quando para que o líquido não coagule e se acidifique demais. O kefir estará pronto quando alcançar uma consistência espessa e os grãos aumentarem de volume.

* Importante salientar aqui que, quanto maior a temperatura ambiente mais rápido irá fermentar e, ainda, que quanto mais tempo fermentando mais ácido ficará. Faça suas experiências e veja qual o melhor método (tempo X quantidade de grãos X temperatura) é melhor para o seu paladar. Pode ser que em tempeturas mais quentes 12 horas seja o suficiente.

círculo verde 4.Coe o kefir, a fim de separar os grãos de leite fermentado para fazer o próximo pote. Lembre-se que a peneira não pode ser metálica. Com a ajuda de uma espátula ou colher (de plástico), remova o kefir para poder peneirar bem e extrair todo o líquido. Retorne os grãos de kefir para um recipiente limpo com leite para repetir o processo. Em determinado momento eles estarão bem grandes e será necessário doar ou dividir.

O líquido extraído é o kefir de leite, portanto deverá ser colocado em outro pote de vidro e consumido. 

Imagem: Live Simply

Guarde na geladeira o leite coado e consuma-o (alguns recomendam que se consuma em 3 dias e outros em até uma semana)

Imagem: Live Simply

Por ser bem azedinho, você pode misturar ao leite de kefir, mel, açúcar e canela.

“Seu consumo modula a imunidade, desinflama o intestino, melhora a densidade óssea, combate alergias, previne doenças respiratórias, auxilia no combate da candidíase, desintoxica o organismo e ainda contribui para o processo de emagrecimento”, enumera Letícia Fontes, nutróloga da Clínica MEI, em São Paulo.

A recomendação é a ingestão de um copo médio ao dia, preferencialmente pela manhã – vale virar a bebida pura, batê-la com vitaminas, whey protein ou chá, e até usá-la para regar uma porção de frutas. “Lembrando que seu consumo também é indicado para quem sofre com diabetes por controlar os picos de insulina na corrente sanguínea”

Há várias receitas que ficam deliciosas com Kefir, mas lembre-se de que as propriedades são mais bem preservadas se o leite coado for consumido cru, sem passar pelo fogo. É possível fazer bolos e pães, mas parte das propriedades serão perdidas com o cozimento. Conclui-se com isso que o melhor a se fazer para aproveitar tudo de bom que o kefir proporciona é fazer  smoothies e shakes. Ainda há outras possibilidades, dessorar para deixá-lo mais consistente estilo iogurte grego, mais ainda e virará um estilo cream cheese ou ainda um queijinho mais firme.

OUTRAS informações:

  • Teste várias combinações de quantidade de grãos, quantidade de leite, tipo de leite e tempo de fermentação para chegar ao Kefir que mais agrade o seu paladar.
  • Não é necessário lavar os grãos entre um cultivo ou outro, mas recomenda-se fazer isso uma vez na semana ou a cada duas semanas. Depois de peneirado, lave os grãos com água filtrada e reinicie o processo.
  • É normal que, quando for coar o Kefir, você note a presença de uma espécie de viscosidade, isso é totalmente normal, e os cientistas chamam essa “liga” que se desprende de Kefiran, que é altamente benéfico e está associado a propriedades anti-cancerígenas. Evite ficar lavando sempre!
  • Para cada litro de leite recomenda-se usar cerca de 2 a 4 colheres (sopa) de grãos de kefir. Se usar mais o processo de fermentação será mais acelerado.
  • Você saberá que o kefir está dando certo quando, depois de fermentado, o leite fica mais grosso, na consistência de iogurte.
  • Pode acontecer durante o processo de fermentação a separação do leite e do soro, se isso acontecer não se desespere é totalmente normal. Misture tudo e coe normalmente.
  • A coloração normal dos grãos é mais branquinha, se você encontrar algum mais escuro ou amarronzado, descarte!
  • Nunca consumir o kefir que apresentar gosto ou cheiro estranho. É normal um sabor um pouco mais ácido, mas nunca cheiro e gosto totalmente desagradável.
  • Conforme o seu Kefir for aumentando, guarde uma porção no congelador de backup e doe o excedente!
Parece complicado e trabalhoso, mas o processo em si é muito tranquilo de se fazer.  Você está literalmente fazendo o seu próprio probiótico, e o melhor, tendo certeza daquilo que será ingerido. Sem conservantes, corantes e adoçantes.
Fonte: comendocomosolhos.com, boaforma.abril.com.br, temperando.com
bisou, bisou,
Vivi



Kombuchá


KOMBUCHÁ não é um cogumelo, fungo ou alga, mas um composto simbiótico denominado tecnicamente  e BIOFILME ou ZOOGLEIA. A bebida fit do momento – e que já caiu nas graças de famosas como bla bla bla – é, por incrível que pareça, um refrigerante. O kombucha (pronuncia-se “kombutchá”) é feito à base de chá (preto, verde ou hibisco) com uma cultura de probióticos, que são bactérias benéficas ao nosso organismo, como indica a nutricionista Patrícia Davidson. O processo de fermentação das bactérias gaseifica levemente a bebida, dando uma sensação de refrigerante, porém sem conservantes e com um gostinho levemente ácido. Apesar de precisar de açúcar para a preparação, a bebida não é calórica pois a fermentação também ajuda a “quebrar” as moléculas de glicose.

Benefícios
Além de amigo da dieta, o kombucha coleciona benesses para a saúde. Os probióticos presentes na bebida ajudam a regular o intestino além da “renovação celular, reforço da imunidade (com melhora e prevenção de alergias), regulação de glicemia e colesterol e  modulação de importantes vias metabólicas que atuam no humor e energia”, afirma Patrícia. Além da disposição, as bactérias “do bem” presentes no kombucha, quando fermentadas, garantem mais saciedade, ajudando no emagrecimento. À bebida ainda podem ser acrescentados sucos de frutas como limão ou maracujá, agregando ainda mais nutrientes à mistura. 

No dia a dia, o kombucha pode entrar no cardápio do café da manhã ou como opção de bebida refrescante para os lanches. Nas refeições, ele pode ser um substituto saudável para refrigerantes (normais ou diet) ou sucos muito calóricos. Patrícia ainda dá a dica de consumir o kombucha com um shot de limão, para desintoxicar o organismo e consumir uma garrafinha por dia, no máximo. “Como um dos benefícios é o equilíbrio intestinal, algumas pessoas podem ter constipação ou aumento da frequência intestinal. Por ele ser feito à partir de chás, gestantes e mulheres que estejam amamentando devem ficar atentas ao consumo, já que chás não são indicados nesses momentos”, alerta.

Em casa

Produzido de forma artesanal por alguns produtores no Brasil, o kombucha também pode ser feito em casa. O mais importante é conseguir o scoby (symbiotic colony of bacteria and yeast, sigla em inglês para a colônia de bactérias) que pode ser adquirido por doação com alguém que já cultive.

Para a primeira fase da fermentação:

Misture um disco de scoby com 100ml de “starter tea” (kombucha comprado em loja, não pasteurizado e de sabor neutro) mais um litro do chá escolhido e 100 grama de açúcar em um pote de vidro. Cubra o recipiente com uma tela ou papel toalha e segure com um elástico e deixe descansar por 5 a 8 dias.

Para a segunda parte, retire o scoby da mistura e acrescente cerca de 500 ml de suco coado. Deixe descansar por mais 3 dias antes de colocar na geladeira – o frio pausa os processos de fermentação e carbonatação – e consuma nas duas semanas seguintes. Se perceber a presença de fungos, descarte a bebida e o scoby.

Fonte: http://revistamarieclaire.globo.com

Estamos ansiosas para experimentar o kombucha e todos os seus benefícios.

bisou, bisou,

Vivi



Kombucha: conheça o chá fitness milenar que conquistou famosas

Gwyneth Paltrow, Madonna e Halle Berry são algumas celebridades adeptas da bebida, que promete agir na saúde e no bem-estar

Depois do matchá, outro chá, nem tão novo assim, surge como aliado da saúde e boa forma: o Kombucha. Além de figurar no cardápio fitness de famosas, como Gwyneth PaltrowMadonnaHalle Berry Reese Witherspoon, a bebida de origem milenar sai na frente entre os pedidos de camarim feitos pelos diversos artistas.

Os primeiros relatos de consumo do Kombucha vem da China, ainda no período antes de Cristo. E de maneira simplificada, trata-se de um chá fermentado de aroma agridoce, que lembra um vinagre azedo com toque adocicado. Segundo os chineses, trata-se de um verdadeiro elixir da vida longa e boa saúde, diz reportagem da Marie Claire italiana.

Entre as suas propriedades, razão número um para o consumo, estão melhora energética, fortalecimento dos rins e dos músculos, alívio dos distúrbios do sono, diminuição de dores nas articulações, redução dos sintomas de diabetes, pressão arterial, reumatismo, excesso de peso e problemas digestivos.

Mas prepará-lo não é tão simples assim. A sua base é feita de uma fermentação de chá verde ou preto ou ainda de infusões ricas em cafeína adoçado com açúcar. Depois de pronto e frio, acrescenta-se a ele uma solução de vinagre de maçã ou qualquer líquido acidificante e zoogleia, massa gelatinosa de microbióticos. Após alguns dias de repouso, quando quase todo o açúcar é consumido e dá lugar à uma cultura de enzimas, vitaminas e ácidos, a bebida estará pronta para consumo.

Dada as especificidades do preparo, algumas empresas e sites, como a Amazon e a Kombucha Shop, já disponibilizam kits com todos os ingredientes necessários.

Fonte: http://revistamarieclaire.globo.com

bisou bisou,

Vivi



Como fazer seu próprio kombucha

A partir do momento em que a cultura de probióticos foi adquirida, seja via doação ou compra, basta seguir os seguintes passos e preparar sua própria bebida em casa:

Ingredientes

  • Cultura de probióticos (scoby, um disco gelatinoso feito de colônias de bactérias e leveduras)
  • 2 colheres de chá de sua preferência, podendo ser preto ou verde (há a possibilidade de fazer com Hibisco também)
  • 1/2 xícara de açúcar demerara
  • Jarra de vidro com capacidade de 3 litros
  • 250 ml de água

Modo de Preparo

Inicie fervendo a água e acrescente o açúcar. Deixe ferver até o açúcar dissolver. Adicione as folhas de chá, deixando a mistura ferver por mais dois minutos. Então, desligue o fogo e tampe a panela, deixando o chá em infusão por cerca de quinze minutos. Coe-o com o auxílio de um pano fino e deixe esfriar. Por fim, despeje-o na jarra juntamente com 1,8 litros de água e uma ou mais colônias de probióticos, tampando o vidro com a ajuda de um tule e um elástico, para evitar a contaminação com insetos. Esta infusão tem validade de cerca de dez dias.

Contraindicações e possíveis efeitos colaterais

É necessário cuidado no preparo da bebida quando este ocorrer em casa, pois se “for realizado de forma inadequada, corre o risco de desenvolver fungos prejudiciais para a saúde”, alerta.

”Por ser fermentada, a bebida tende a ser muito ácida, podendo diminuir a absorção de medicamentos. Pelo mesmo motivo, ela também contém um pouco de álcool, devendo ser evitada por pessoas com problemas hepáticos e renais, crianças menores de 8 anos, mulheres lactantes, gestantes e pessoas com histórico de alcoolismo”, enfatiza o nutricionista Daniel Novaes.

Rico em vitaminas, enzimas e com alto poder antioxidante e energizante, o kombucha é uma boa opção para quem busca uma bebida saudável e cheia de benefícios que auxilia no equilíbrio do organismo.

Fonte: dicasdemulher.com.br

bisou, bisou,

Vivi



KEFIR DE LEITE

O QUE É O KEFIR DE LEITE ?

É um leite fermentado produzido a partir dos GRÃOS (sementes, mudas, starters) de KEFIR, também conhecidos como cogumelos tibetanos, plantas de iogurte, cogumelos do iogurte, kephir, kiaphur, kefer, knapon, kepiand e kippi. Popularmente é chamado de ‘bichinho do leite’, ‘bichinho do iogurte’, ‘lactobacilo de iogurte”, entre outros. O nome KEFIR é originário do Turco “Keif” que significa “bem-estar” ou “bem-viver”. O leite fermentado produzido pelos Grãos de KEFIR DE LEITE é uma bebida muito agradável e rica em propriedades probióticas, substâncias essas que colonizam a flora intestinal com bactérias benéficas (pró-biota), além de favorecer a eliminação de  bactérias nocivas e promotoras de doenças (patogênicas).

Os grãos de KEFIR DE LEITE são massas gelatinosas medindo de 3 a 35 mm de diâmetro, possuem uma aparência semelhante à couve-flor, apresentando forma irregular e coloração amarelada ou esbranquiçada. Nos grãos, existe uma associação simbiótica de mais de 30 microrganismos, entre eles, leveduras, bactérias ácidoláticas, bactérias ácidoacéticas, entre outros envoltas por uma matriz de polissacarídeos referidos como KEFIRAN. Em outras palavras, é uma interação benéfica entre várias espécies de microrganismos que resulta em vantagens mútuas nessa combinação biológica natural, única e exclusiva desse tipo de grão.

​QUAL A ORIGEM DO KEFIR DE LEITE ?

De origem antiga e aparentemente misteriosa, o Kefir era conhecido na antiguidade como a “bebida do profeta”, e o fermento usado para prepará-lo como “Grãos do profeta Maomé”. O Kefir teve sua origem nas montanhas do Cáucaso. Acredita-se que os caucasianos descobriram que o leite fresco carregado em bolsas de couro poderia ocasionalmente fermentar, resultando em uma bebida efervescente. Segundo a tradição, os caucasianos dizem ter recebido os grãos de KEFIR DE LEITE do profeta Maomé, que por sua vez os recebeu de Alá, e assim transmitem de geração em geração, o que explica ter recebido também o nome de “milho do profeta”, em alusão a Maomé. Em adição, o livro bíblico de Êxodo descreve um produto com características semelhante ao kefir, denominado de maná, o mesmo é descrito como um alimento produzido milagrosamente, sendo fornecido por Deus ao povo Israelita, liderado por Moisés, durante sua estada no deserto rumo à terra prometida. Ainda segundo a Bíblia, após a evaporação, aparecia uma coisa miúda, flocosa, de cor branca, descrito como uma semente de coentro, que lembrava pequenas pérolas .​

POPULARIZAÇÃO DO KEFIR DE LEITE E COMO CONSEGUIR O SEU:

Nas últimas décadas, o KEFIR DE LEITE tornou-se popular em vários países da Europa Central e de lá para outros continentes. Em algumas partes do mundo, este produto ainda hoje é um produto desconhecido. Mas, na Russia, Canadá, Alemanha, Suécia, Romênia, Portugal, este produto é produzido comercialmente e consumido em quantidades apreciáveis. Adicionalmente, nos mesmos países onde a bebida é  produzida comercialmente, o mesmo é feito em escala artesanal para consumo próprio, convivendo harmoniosamente.​

No Brasil, a cultura da doação de mão em mão na forma ‘in natura’ ainda é muito comum e defendida por ativistas do meio, no entanto, devido a alguns fatores, tais como: inviabilidade de atender a demanda entre adotantes e doadores, número reduzido de doadores, adotantes descomprometidos pelo fato de ser doação (não buscam ou conseguem, mas descartam as culturas facilmente), regiões do Brasil onde não há doadores / cultivadores, culturais iniciais (Starters) de procedência duvidosa ou falsas, falta de suporte e orientação adequada de cultivo e manutenção das colônias probióticas ou insegurança do adotante sobre as condições higiênico-sanitárias favoráveis de cultivo dos doadores, entre outros, torna-se cada vez mais comum a forma de obtenção de vários tipos de probióticos naturais, como o Kefir de Leite, por outros meios, através da compra nos formatos ’desidratados ou semi-desidratados’, diferentes do ‘in natura’, mas que mantém integralmente as características probióticas, bastando apenas um tempo a mais para ativá-los novamente / reidratar, e aos poucos, num processo um pouco mais lento, obter os resultados esperados. Sabe-se que hoje, tanto obtendo da forma ‘in natura’, quanto na forma ‘desidratada ou semi-desidratada”, é possível ter a sua colônia inicial (Starter) e produzir infinitamente uma bebida probiótica fermentada de alto valor nutricional e biológico.​

CARACTERÍSTICAS DO KEFIR DE LEITE:

São extremamente nutritivos, tem sabor ácido e encorpado, mas pode ser facilmente controlado com o equilíbrio entre quantidade de grãos, leite e tempo de fermentação. É o probiótico natural mais conhecido e disseminado do MUNDO, passado de geração em geração. Com certeza você e seus familiares tem uma história e lembrança envolvendo esses grãozinhos mágicos! Com propriedades nutricionais únicas, estudadas e reconhecidas mundialmente em constantes pesquisas, o KEFIR DE LEITE alia sabor saúde e bem-estar, sendo muito prático e versátil, agregando melhorar sua qualidade de vida e saúde intestinal incomparáveis!


QUAIS OS BENEFÍCIOS DO CONSUMO DE KEFIR DE LEITE?

Por ser caracterizado como um alimento funcional, o KEFIR DE LEITE traz inúmeros benefícios à saúde. Os micro-organismos probióticos presentes, sobretudo lactobacilos, exercem efeitos potencialmente benéficos sobre o equilíbrio da flora intestinal, reduzindo a ocorrência de diarreia, reduzindo a obstipação, além de auxiliar no controle dos níveis de colesterol.KEFIR DE LEITE possui baixo teor de lactose, quando comparado com o leite de vaca, devido a degradação parcial da lactose pelos micro-organismos presentes nos grãos, ao mesmo tempo, também é fonte de cálcio, essencial para a integridade óssea e prevenção da osteoporose, sobretudo em crianças e idosos. Outros benefícios potenciais associados ao kefir: atividade anticarcino­gênica; síntese de vitaminas do complexo B; aumento da absorção de minerais como ferro, cálcio, zinco; prevenção de alergias e infecções e ativação do sistema imunológico. A hidrólise parcial da proteína torna a bebida de mais fácil digestão quando comparada ao leite que lhe deu origem. Na fase de maturação à temperatura de refrigeração, ao mesmo tempo em que o álcool e o CO2 são produzidos, ocorre o acúmulo de vitaminas do complexo B que são produzidas pelas leveduras presentes no processo fermentativo.


FAZ IOGURTE INFINITO? Sim.

CONTÉM GRÃOS? Sim.

DIFICULDADE DE CULTIVO: Fácil / Médio.

CONTÉM GLÚTEN: Não.

CONTÉM LACTOSE: Sim.

CONTÉM SACAROSE: Não.

TRANSGÊNICO: Não.

NECESSITA DE IOGURTEIRA? Não.

BACTÉRIAS E LEVEDURAS MAIS COMUNS NO KEFIR DE LEITE BRASILEIRO: Lactobacillus paracasei, Lactobacillus parabuchneri, Lactobacillus casei, Lactobacillus kefiri, Lactococcus lactis, Acetobacter lovaniensis, Kluyveromyces lactis, Kazachstania aerobia, Saccharomyces cerevisiae e Lachancea meyersii. (Magalhães et al. , 2011)


Obs.1: O KEFIR DE LEITE DE COCO ou KEFIR DE ÁGUA DE COCO NÃO EXISTE! Ele é apenas uma adaptação do meio liquido do Kefir de Água: invés de água, se utiliza leite de coco, água de coco ou outros leites vegetais (Amêndoas, Arroz, Aveia, Macadâmia, Nozes, Soja). Caso queira utilizar o Kefir com leite ou água de coco NÃO adquira o Kefir de Leite, mas sim o KEFIR DE ÁGUA, fazendo a adaptação aos poucos ou após 1 mês de ativação do Starter desidratado.

Obs.2: O KEFIR DE FRUTA NÃO EXISTE! Utiliza-se para tal, o Kefir de Água também, aromatizando a água com FRUTAS, durante a fermentação.

Fonte: probioticosbrasil.lojaintegrada.com.br

bisou, bisou,

Vivi



Panettones com sabores diferentes neste Natal

Nos corredores e prateleiras dos supermercados, os panetones anunciam a chegada do Natal. Em meio ao desemprego e à inflação alta, os fabricantes não esperam alta nas vendas em relação ao ano passado. Para manter o mesmo nível, apostam em sabores diferentes: churros, Ovomaltine, Chandelle, banana com canela e até sem adição de açúcar, por exemplo.

Serão vendidas 500 mil toneladas de panetones neste ano, segundo estimativa da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães e Bolos). Algumas marcas tentam driblar o momento de estagnação por aqui exportando para os Estados Unidos –caso da Bauducco e da Ofner.

Churros, sonho e brigadeiro

A fabricante Arcor lançou três novos sabores de panetone neste ano:

  • churros: com toque de canela na massa e recheio de doce de leite;
  • sonho: recheado com o creme do famoso doce de padaria;
  • brigadeiro: com recheio de brigadeiro e chocolate granulado.

Os panetones são vendidos em embalagens de 550 gramas e o preço sugerido é de R$ 19,99 (podem variar de acordo com o local de venda).

Ovomaltine e pedaços de morango

A Bauducco aproveitou a polêmica do milk-shake e lançou o panetone de Ovomaltine:

  • Ovomaltine: coberto com chocolate, acompanha um sachê de 20 gramas de Ovomaltine; a embalagem tem 550 gramas e o preço sugerido é deR$ 21,60.
  • A fabricante também aposta no panetone com gotas de chocolate e pedaços de morango, de 550 gramas, com preço sugerido de R$ 16,49.

Chandelle, doce de leite e Prestígio

A Nestlé transformou sua sobremesa láctea em um sabor de panetone:

  • Chandelle: a massa é de chocolate e o recheio tem a famosa sobremesa da marca;
  • Também foram trazidos de volta sabores vendidos em outros anos, como o panetone de doce de leite e o de Prestígio.

As três opções são vendidas em embalagem de 500 gramas, com preço sugerido de R$ 23,99.

Banana com canela e desenhos infantis

A fabricante Village tem duas novas apostas para este ano:

  • Panetone recheado com banana e canela: com 500 gramas e preço sugerido de R$ 16,90;
  • A empresa tenta atrair a atenção das crianças com minipanetones de 80 gramas recheados com gotas de chocolate, vendidos em embalagens estampadas com desenhos infantis, como O Show da Luna, Galinha Pindatinha e Scooby Doo. O preço sugerido é de R$ 3,99.

Panetone sem adição de açúcares

Fabricantes menos tradicionais decidiram enveredar no mercado de panetones também. É o caso da Lowçucar, que oferece duas opções:

  • panetone sem adição de açúcares: adoçado com sucralose e recheado com frutas cristalizadas; preço sugerido é de R$ 23,40;
  • panetone com gotas de chocolate diet, com preço sugerido de R$ 26,20.

Embora não seja adicionado açúcar nas receitas, alguns ingredientes podem conter açúcares próprios, segundo a empresa.

bisou bisou,

Vivi



NICK VUJICIC NO BRASIL

Nick é um palestrante motivacional internacional e diretor da Life Without Limbs. Nicholas James Vujicic nasceu (Nick Vujicic) em Melbourne, em 4 de dezembro de 1982. Nick viveu uma vida de privações e dificuldades ao longo de sua infância, pois nasceu saudávelmas sem membros, faltando os dois braços na altura dos ombros, e sem pernas, mas com dois pés pequenos, um dos quais com dois dedos, devido à síndrome Tetra-amelia.

Superação

Devido à uma lei do estado de Victoria (Austrália), ele foi proibido de frequentar uma escola regular por causa de sua deficiência física, mesmo não tendo deficiência mental. Durante a sua escolaridade, as leis foram mudadas, e Vujicic foi um dos primeiros estudantes deficientes físicos a ser integrado numa escola regular. Ele aprendeu a escrever usando os dois dedos do pé esquerdo, e um dispositivo especial que deslizava sobre o dedão do pé que ele usa para agarrar. Ele também aprendeu a usar computador, jogar bolas de tênis, pentear o cabelo, escovar os dentes, atender o telefone, fazer a barba e obter um copo de água.

Depois de implorar a Deus para crescer os braços e pernas, Nick finalmente começou a perceber que suas realizações foram inspiradoras para muitas pessoas e começou a agradecer por estar vivo. A grande mudança em sua vida foi quando sua mãe lhe mostrou um artigo de jornal sobre um homem lidando com uma grave deficiência. Isso o levou a perceber que ele não era o único que lidava com grandes problemas. Quando ele tinha dezessete anos, ele começou a dar palestras em seu grupo de oração, e então começou a sua própria organização sem fins lucrativos, chamada Life Without Limbs (em português: Vida sem Membros).

Nick se formou na universidade com 21 anos de idade com uma dois diplomas: Contabilidade e Planejamento Financeiro. Atualmente, viaja o mundo como palestrante motivacional sobre vários assuntos tais como a deficiência, a esperança e o sentido da vida, já tendo impactado diretamente mais de três milhões de pessoas  em mais de 24 países.

Em Dezembro de 2016, Nick estará no Brasil

Nick tem viajado por todo o mundo, compartilhando sua história com milhões de pessoas, falando para diversos grupos, como empresários, profissionais liberais, professores, estudantes, jovens e até crianças. Sua última vinda foi em 2013, em Belo Horizonte, quando milhares de pessoas tiveram a oportunidade de recebê-lo pela primeira vez no Brasil. Você não vai esperar mais 3 anos para este evento gigante, né?

Os líderes dos próximos anos estão sendo formados hoje. É uma excelente oportunidade para aprender e ensinar para os nossos filhos, mais sobre humildadevalores e superação.

Pessoas portadoras de necessidades especiais tem espaço exclusivo reservado no evento. Sobre o idioma, fique tranquilo, haverá tradução simultânea para o Português.

Os ingressos já estão à venda neste site:

https://www.experienciadesucesso.com.vc/

bisou bisou,

Vivi

 



Panettones diferenciados Mendoá para o Natal de 2016

Se você está buscando novos sabores de panettone, a Mendoá (da qual já fiz posts aqui para vocês) preparou delícias inusitadas para o Natal 2016. Fruto de uma parceria entre a marca e a chef chocolatier brasileira Giuliana Cupini, os Panettones, que estarão à venda em todo o Brasil para o Natal de 2016, têm três sabores diferentes: brigadeiro, cupuaçu e doce de leite com cumaru (uma semente típica da Amazônia). A Mendoá se diferencia por trabalhar exclusivamente com produtos nacionais e de origem.

Os Panettones possuem massa delicadamente umedecida, frutas secas e cobertura de chocolate.

O de cupuaçu é uma verdadeira surpresa já que a fruta vem do nosso querido Nordeste e envolve brigadeiro e cobertura de castanha-do-pará e caramelo. Um mix de aromas e sabores com um toque crocante harmonioso.

Já o de Brigadeiro, uma tradição brasileira, é recheado com leite condensado e chocolate premium 70% de cacau Mendoá, e coberto com chocolate.

O Panettone de doce de leite veio completar a família e tem feito muito sucesso!!

A história do panetone criado para você.

Há muitas lendas sobre a criação do panettone. Uma das mais interessantes diz que um milanês, apaixonado pela filha do seu patrão, criou o pão adocicado para impressionar o pai da mulher amada. Era o jovem padeiro Toni, que trabalhava na Della Grazia, uma famosa padaria de Milão, à época de Ludovico, o Mouro, entre 1452 e 1508 D.C.  Os clientes da casa se encantaram tanto pela iguaria criada pelo jovem apaixonado, que passaram a pedir o “Pani de Toni”, que teria dado origem ao vocábulo milanês “panattón”, em seguida sendo adaptado ao idioma italiano como panettone.

Os criadores dos Chocolates Mendoá, também são muito apaixonados pelo secular “pão doce de Milão”, convidaram Giuliana Cupini, uma chocolatier brasileira, descendente de italianos, para dar aos seus panetones o frescor inconfundível das iguarias e da culinária tropical do Brasil. O resultado é este ritual harmônico de sabores, aromas e texturas, especialmente concebido para o deleite do seu paladar. 

Mendoá: O Panettone Tropical do Brasil

Para dar muito mais sabor às celebrações entre amigos, amores e familiares, criaram os Panettones Tropicais Mendoá.

Com receitas da Chefe de ascendência italiana, Giuliana Cupini, cada versão dessa maravilha tem sabor tradicional do original pão italiano harmonizado com a irreverência das iguarias tropicais brasileiras.

É perfeito para celebrar em rodas de conversas, sorrisos e muito afeto.
Sintonia fina entre os sabores clássico e inusitado, o Panettone Premium do Brasil é um presente da nova gastronomia brasileira para você.

A receita é de composta de muito amor envolvido e pura felicidade para você compartilhar em dias e noites especiais.

Aproveite!

http://www.mendoachocolates.com.br/

Endereços nos quais você poderá encontrar estas delícias:

Salvador – Perini, Almacen Pepe, Nutrimaster, Barreto Empório e Mercado Orgânico, Salvador Shopping.
São Paulo – Mambo, Eataly, St Marche, Santa Luzia, Empório São Paulo, Natural da Terra e Supermercardo Vip.
Rio de Janeiro – Rede Zona Sul.



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