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Novo Eximia: Eximia Fortalize Kera D

Hoje vamos falar do novo Eximia, que é umas dos suplementos queridinhos para os cabelos e unhas, com resultados eficazes. O Eximia Fortalize Kera D é um suplemento nutricional para os cabelos. A diferença dessa versão é a inclusão da Vitamina D.

Os principais componentes do Eximia Fortalize Kera D são: óxido de magnésio, ácido ascórbico, vitamina E, bisglicinato ferroso, nicotinamida, pantotenato de cálcio, vitamina A, bisglicinato de zinco, vitamina B12, nitrato de tiamina, cloridrato de piridoxina, riboflavina, ácido fólico, biotina, colecalciferol, colágeno. Ele fornece fornece nutrientes que participam de etapas do desenvolvimento e crescimento dos cabelos.

O Exímia Fortalize Kera D é indicado para cabelos finos, sem brilho, com redução do crescimento e que se quebram facilmente, e unhas com descamação, prejuízo no crescimento ou com aspecto estriado, deixando-as mais fortes e saudáveis. Recomenda-se o consumo de uma cápsula por dia.

Converse sempre com seu dermatologista. O médico vai te orientar o melhor tratamento para o seu caso.

Eu usei a versão anterior e, de fato, é maravilhosa. Quem me indicou foi a Dra Sandra Gamarra. Essa nova versão é ainda mais potente, já que a maioria das pessoas tem deficiência da vitamina D.

bisou bisou,

Vivi



Oficina de Decoupage: Passo a passo de decoupage com tecido em letras em MDF

Estas letras que formam a palavra FÉ fizeram parte da quarta aula da Oficina de Decoupage que eu e a Magali Branco ministramos no Sesc Sorocaba.

Aqui está a lista de materiais e o passo a passo.

Materiais:

Letras F e E em MDF

Tinta látex verde menta

Rolinho de espuma

Pincel Tigre 815 12

Cola branca Cascorez

Tecido estampado de algodão

Tesoura para tecido

Lixa de unha

Cordão para decorar

Borboletas em papel cortadas com furador Toke e Crie

Verniz acrílico para passar na madeira

Passo a passo:

1. Pintar toda a letra em MDF com a primeira camada de tinta, deixar secar e em seguida verificar se há necessidade de lixar. Passar a segunda camada, deixar secar e verificar se há a necessidade de uma terceira camada de tinta para que a cobertura fique perfeita. É importante pintar para que o fundo do MDF não interfira na cor do tecido.  Deixar secar bem. Como opção é possível usar secador de cabelos para agilizar a secagem.

2. Cortar dois retângulos de tecido em que caibam as letras ( de forma que cubra a face das letras). Passar uma fina camada de cola Cascorez na parte da frente da letra, com cuidado para não deixar nenhuma parte sem cola, e colar o tecido, esticando bem e alisando com um plástico e paninho, sempre no sentido de dentro para fora ( do centro para as pontas). Quem preferir pode alisar com espátula. Esperar secar durante uma hora (para ficar bem seco), ou agilize com secador.

3. Recortar em volta da letra o excesso de tecido, deixando o mais rente possível. Com cuidado lixar a extremidade das letras, sempre com a lixa bem inclinada, quase em pé, para não danificar nem desfiar o tecido. Lixar toda a quina das letras de forma que a lixa funcione como uma tesoura, eliminando o excesso de tecido.

4. Depois de retirar todo e excesso, limpe a letra e passe uma camada de verniz para proteger a parte da madeira pintada e no tecido você poderá usar a mesma cola, mas diluída em água numa proporção de 80% cola e 20% água.

5. Deixe secar e decore as letras. Usamos cordão e duas bolinhas + chatom de estrela. Usamos também uma borboleta em papel, cortada com furador Toke e Crie, para usar como acento da palavra FÉ.

bisou, bisou,

Vivi

 



Oficina de Decoupage: Passo a passo de decoupage em garrafas

Estas garrafas fizeram parte da terceira aula da Oficina de Decoupage que eu e a Magali Branco ministramos no Sesc Sorocaba.

Aqui está a lista de materiais e o passo a passo.

Materiais:

Duas garrafas recicladas

Tinta látex palha

Tinta para a artesanato – Craft Matte Paint – Acrilex,  nas cores caramelo e vermelha

Primer para vidro Acrilex (uma espécie de fundo preparador)

Rolinho de espuma

Pincel Tigre 815 12

Cola branca Cascorez

Guardanapos para decoupage

Tesoura

Escova de dente

Esponja de cozinha

Fitas, cordões e sianinha para decorar

Verniz geral em Spray ou Verniz acrílico

ÁLcool

Passo a passo:

1. Higienizar as garrafas e passar álcool por fora, para retirar qualquer resquício de sujeira.

2. Passar duas camadas de primer com esponjinha, deixando secar entre uma e outra. O primer melhora a fixação e a durabilidade da tinta.

3.Pintar com o rolinho toda a garrafa com a primeira camada de tinta, deixar secar. Passar a segunda camada, deixar secar e verificar se há a necessidade de uma terceira camada de tinta (a cobertura deve ser perfeita). Deixar secar bem.

4.Recortar o pássaro do guardanapo/ papai noel, passar uma camada fina de cola Cascorez com pincel na garrafa e colar a figura na sua extensão, alisando com o plástico e um paninho, no sentido de dentro para fora. Deixar secar. Fazer o sombreado com tinta caramelo/vermelha. Deixar secar.

5. Na garrafa de Natal foi usada uma técnica de “chuvisco”: pegue uma escova de dentes, umedeça na tinta vermelha, retire o excesso de produto em um papel toalha e faça vários chuviscos por toda a garrafa. Para fazer os chuviscos é necessário passar o dedo nas cerdas da escova por várias vezes para “espirrar” delicadamente a tinta. Deixe secar.

6. Na garrafa de Natal foi usada duas camadas de tinta vermelha na parte de baixo da garrafa e foi colada a sianinha para dar acabamento.

7. Para proteger a decoupage contra possíveis danos, aplique o verniz com pincel, em pouca quantidade e por toda a peça, sempre na mesma direção. Espere o produto secar. Se preferir pode usar o verniz geral em spray.

Viu como é fácil decorar garrafas de vidro com a técnica de decoupage?

bisou, bisou,

Viviane



Perfume ‘Nuit et Confidences’, de Annick Goutal

O mais recente lançamento da casa de perfumes Annick Goutal é a Eau de Parfum Nuit et Confidences. Oriental feminino, suas notas de saída são bergamota e pimenta rosa, as de coração são flores brancas, incenso e fava tonka. Termina com notas de baunilha e almíscar branco.
Preços: 30ml (65,00 €) e 100ml (135,00 €).

A Annick Goutal conta com 63 fragrâncias desde 1980, ano de sua criação pela ex-pianista e ex-modelo. A vida da moça mudou quando foi convocada por um grupo de amigos para desenvolver uma fragrância para um creme facial, em parceria com um perfumista, Robertet. Deu certo. Em seguida, ela abriu uma pequena loja na Rue de Bellechasse (Sainta Germain, em Paris), onde apresentava suas criações a um exclusivo número de clientes.
Suas primeiras fragrâncias foram “Folavril (folha de tomate, jasmim, manga e borônia)” e o campeão de vendas “Eau d’Hadrien (perfume unissex, com uma mistura de limão, cedro e cipreste)”, ambas em 1981.
Em 1985, a Annick Goutal Parfums se associou ao grupo Taittinger e suas fragrâncias ganharam uma nova clientela exclusiva nos Estados Unidos – com vendas apenas nas lojas Sacks e Neiman Marcus. Logo depois, elas chegaram ao mercado Asiático e o resto da Europa.

Hollywood

Uma segunda fase de criação começou em 1996, com o lançamento de “Grand Amour’, “Eau du Sud Petite Chérie”, “Ce Soir” e “Jamais and Eau du Fier”. Nesta época, a mídia internacional celebrava Annick por ser a preferida de celebrities de Hollywood, como Tom Cruise (fã de “Eau d’Hadrien”), Sandra Bullock, Madonna, Nicole Kidman, Cameron Diaz, Drew Barrymore, entre outros.
Pouco depois, porém, Annick Goutal morreu, aos 53 anos (1999). Ela deixou um legado de mais de 30 fragrâncias para sua filha Camille Goutal, que desenvolve as fragrâncias com os perfumistas Isabelle Doyen, Francis Camail, Philippine Courtierè e Mathieu Nardin. Desde setembro de 2005, o Grupo Starwood Capital adquiriu a empresa, mantendo a tradição de exclusividade da marca.

Na produção de “Ce Soir ou Jamais (Esta noite ou nunca mais)”, de 1999, foram utilizados mais de 160 componentes para chegar ao resultado final. As notas de saída são verdes e frescas, com toque de pera. Em seguida, notas de gerânio, violeta e rosa turca (ou rosa Damascena – uma das matérias primas mais caras da perfumaria moderna). Termina com notas de coração de cassis, hibisco e ambreta. No site oficial da marca, o frasco de 100 ml custa 89 euros.
As fragrâncias de Annick Goutal não são vendidas em free-shops. Somente nas boutiques da marca ou lojas exclusivas do mercado do luxo internacional.

bisou, bisou,

Vivi



Oficina de Decoupage: passo a passo da técnica em caixa em MDF, sabonete e toalha

Esta caixinha fez parte de um curso que eu e a Magali Branco ministramos no SESC Sorocaba. Aqui vai o material e passo a passo.

Material:

Tinta látex palha

Rolinho de espuma

Pincel Tigre 815 12

Lixa para madeira

Cola branca Cascorez

Tesoura

Caixinha em MDF

Fita gorgorão 15 mm

Toalha de lavabo branca

Cola para decoupage em tecido

Guardanapo para decoupage

Sabonete branco

Verniz vitral para o sabonete

Verniz acrílico para a caixa

Embalagem + sabonete líquido

Chatom e apliques dourados

Passo a passo:

1. Medir e cortar a faixa do guardanapo para decoupage, que caiba exatamente na faixa disponibilizada na toalha de lavabo. Passar a cola para decoupage na faixa da toalha, colar a faixa e passar o pincel levemente sobre a faixa para que o guardanapo entre na trama do tecido. Deixar secar bem.

2. Pintar a tampa da caixa e a caixa  por dentro. Pintar com a primeira camada, deixar secar e em seguida verificar se há necessidade de lixar. Passar a segunda camada, deixar secar e verificar se há a necessidade de uma terceira camada de tinta. Iniciar o mesmo processo na parte externa da tampa e da caixa. Deixar secar bem.

3. Passar a cola de decoupage na tampa, colar o guardanapo na sua extensão e alisar com o plástico e um paninho, no sentido de dentro para fora. Deixar secar.

4. Cortar no formato oval o guardanapo e colar no sabonete em barra, passar tinta dourada e verniz vitral. Deixar secar.

5. Passar verniz na tampa e deixar secar.

6. Carimbar as caixas. Deixar secar. Em seguida passar o verniz e deixar secar.

7. Colar fita gorgorão na lateral da tampa com cola Cascorez. Fazer o laço Chanel e colar com Cascorez. Colar o chatom e os apliques dourados com cola.

bisou bisou,

Vivi



Oficina de Decoupage: Passo a passo do relógio em MDF

Este relógio fez parte da primeira aula da Oficina de Decoupage que eu e a Magali Branco ministramos no Sesc Sorocaba.

Aqui está a lista de materiais e o passo a passo.

Materiais:

Tinta látex palha

Tinta para a artesanato – Craft Matte Paint – Acrilex

Rolinho de espuma

Pincel Tigre 815 12

Lixa para madeira

Cola branca Cascorez

Guardanapo para decoupage

Tesoura

Círculo em MDF 30CM com furo no meio para que possa encaixar o motor

Motor para relógio + números

Cola Instantânea ou cola branca Cascorez

Esponjas de cozinha

Caneta permanente marrom

Carimbos

Apliques dourados

Verniz geral em Spray ou Verniz acrílico

Passo a passo:

1. Pintar a parte da frente do círculo em MDF com a primeira camada de tinta, deixar secar e em seguida verificar se há necessidade de lixar. Passar a segunda camada, deixar secar e verificar se há a necessidade de uma terceira camada de tinta. Deixar secar bem.

2. Recortar o pássaro do guardanapo, passar a cola de decoupage no círculo e colar a figura na sua extensão, alisando com o plástico e um paninho, no sentido de dentro para fora. Deixar secar. Fazer o sombreado com tinta marrom

3. Proteger a figura de decoupage com plástico para fazer a pintura esponjada. Deixar secar.

4. Passar uma camada bem fininha de tinta marrom em uma bandeja de isopor e colocar o carimbo. Carimbar no círculo de MDF. Deixar secar.

5. Fazer os pespontos com a caneta, que imitem pontos de costura na borda do círculo.

6. Passar verniz geral em Spray em todo o relógio. Deixar secar, ( Há a opção de passar verniz acrílico com pincel em todo o relógio no final do processo).

7. Colocar o motor e os ponteiros.

8. Colar os números do relógio. Nesta etapa você poderá marcar as divisões na régua ou mover os ponteiros e ir anotando com lápis onde cada número deve ficar. Colar os números com cola Instantânea ou cola branca Cascorez

Bisou, bisou,

Vivi



Os 6 alimentos que estudos recentes apontam como essenciais na dieta

Paula Vasconcelos, nutróloga do Espaço Volpi (SP), selecionou os superalimentos que estudos recentes apontam como essenciais e dos quais vamos ouvir falar muito mais nos próximos anos

Há algum tempo, alimentos como quinua, linhaça e chia, pouco conhecidos até então, passaram a frequentar a mesa de todos aqueles que buscavam saúde no prato, referendados por uma série de estudos. Mas o que dizem os últimos e confiáveis estudos a respeito dos alimentos que, de fato, fazem bem à saúde e que, portanto, precisam fazer parte de nossa dieta diária nos dias de hoje? Dra. Paula Vasconcelos, nutróloga do Espaço Volpi (SP), selecionou seis itens essências à saúde e sobre os quais ainda vamos ouvir falar mais maravilhas nos próximos anos. São eles:

1. Açafrão. Também conhecido como cúrcuma, trata-se daquele conhecido tempero amarelo que compõe o curry (mix de especiarias).  É rico em curcumina, substância eficaz no tratamento de doenças inflamatórias como artrites e tendinites. Ultimamente vem sendo apontado como potente arma na prevenção do câncer.

2. Banana verde. Um dos melhores alimentos para o intestino, graças ao amido que contém (encontrado na biomassa, obtido após o seu cozimento). Favorece a proliferação de bactérias benéficas e a absorção de nutrientes, além de ser uma barreira contra toxinas. Também é apontado como eficiente na prevenção do câncer de intestino e no combate da diarreia e da prisão de ventre.

3. Chocolate. Graças ao cacau, sua matéria-prima principal por excelência, esse alimento contém grandes quantidades de antioxidantes, como polifenóis e flavonoides, que combatem doenças e retardam os efeitos do envelhecimento. Já um estudo divulgado em 2015, no American Journal Clinical, importante publicação médica dos Estados Unidos, também mostrou que o chocolate é bom para o coração e para o metabolismo. Mas não se engane: não é todo chocolate que faz bem. “Ele precisa ter pelo menos 70% de cacau em sua composição para surtir os efeitos esperados”, explica Dra. Paula.

4. Kefir. É um probiótico produzido a partir da fermentação do leite, de aspecto semelhante ao iogurte. Potencializa o valor biológico da proteína do leite, diminui a intolerância à lactose, ativa o sistema imunológico, aumentando a resistência contra infecções e equilibra a flora intestinal. Também é um santo remédio na prevenção e no combate da prisão de ventre e da diarreia. Pode ser preparado em casa, a partir de qualquer tipo de leite. Basta adicionar os grãos de kefir nesse alimento, conservando-o adequadamente em uma temperatura que varia entre 18° e 30°.  Em 24 horas você terá mais kefir, tornando o processo cíclico.
 
5. Sardinha.
 O mérito aqui vai para os ácidos graxos, tipo ômega 3, presente também no salmão, no atum, em nozes e na linhaça. Ajuda na redução do colesterol e da pressão sanguínea, além de auxiliar na elasticidade das artérias, diminuindo o risco de doenças cardíacas. “Recentemente, esse alimento vem, ainda, sendo apontado como eficiente na dieta de crianças por ajudar na formação de um tecido cerebral mais saudável”, afirma Dra. Paula

6. Abacate. Considerado vilão à saúde durante anos por ser muito calórico e conter um caminhão de gordura, esse alimento teve a sua redenção. Hoje se sabe que essa gordura é monoinsaturada, ou seja, benéfica para o coração. Estudos mais recentes mostram também que o abacate é rico em antioxidantes como a glutationa e as vitaminas C e E, que atuam na prevenção de câncer e do envelhecimento precoce.

bisou, bisou,

Vivi



O passo a passo para reproduzir a kombucha

Estávamos procurando alguém para nos doar o scoby (disco gelatinoso feito de colônias de bactérias e leveduras) e iniciar o nosso “cultivo” do Kombuchá e conseguimos!  A Tati (uma querida! Nos explicou tudo!), do grupo no face: KEFIR E PROBIÓTICOS nos forneceu! Faz uma semana que iniciamos o processo. Fiz uma pesquisa em diversos sites e as informações estão neste post.

Antes de ler o texto saiba que a “panqueca” da kombuchá, “mãe da kombucha”,  ”colônia bacteriana”, “porção gelatinosa de bactérias” ou “scoby” são todos sinônimos (trata-se da “panqueca” da foto).

Uma das alternativas alimentares probióticas é o uso, diário, da kombucha. Esta é uma bebida milenar, da culinária oriental, feita com chá, verde ou preto, fermentado naturalmente.

A fermentação natural é um processo que envolve as “bactérias do bem” e a transformação que estas produzem no alimento que povoam – degradam proteínas e enzimas que nos são maléficas ou difíceis, acrescentam vitaminas e outros produtos do metabolismo bacteriano, repovoam a nossa flora intestinal, limpam as mucosas do aparelho gastro-intestinal e nos aportam.

Como se usa a kombucha?

O uso diário, ou frequente, da kombucha é um grande aliado na manutenção da imunidade da mucosa gástrica e na prevenção de infecções externas, que ocorrem com maior frequência quando a flora intestinal está carente de bactérias defensoras da saúde, aquelas que nos coabitam há milênios.

Com o uso da kombucha – e de outros alimentos naturalmente fermentados – conseguiremos melhorar a saúde do intestino e, através deste, do corpo todo.

Kombucha é uma colônia ou uma levedura composta de microorganismos aglomerados em uma massa de celulose parecida com uma panqueca. Quando a “panqueca” é colocada numa vasilha contendo uma mistura do chá e do açúcar, transforma o líquido em uma bebida refrescante levemente borbulhante, doce e azeda com uma fragrância frugal muito saborosa que fornece diversos ácidos e nutrientes, excelentes para a saúde. A cultura de Kombucha se alimenta do açúcar e, na troca, produz outras substâncias valiosas que se formam na bebida: o ácido glucurônico, ácido glucônico, ácido láctico, vitaminas, aminoácidos, substâncias antibióticas. Dentre outras substâncias, o álcool de 0.5% a 1% também é produzido, mas não caracteriza bebida alcoólica.

A dose diária recomendada é de 100 a 300 ml.

Como se faz kombucha?

Em outros países você consegue comprar kombucha no supermercado mas, aqui no Brasil, vamos produzir em casa mesmo.

Não é difícil, afinal e você precisa só de ter o ponto inicial, uma dose da colônia bacteriana que promove essa fermentação específica, o que se pode conseguir em grupos na internet. Basta você comprar, ou ganhar, uma porção da “mãe”, que é a base de todo processo fermentativo.

A “mãe da kombucha” não é fundamental para a fermentação mas facilita bastante. Se você não tiver a “mãe da fermentação” à disposição, quer dizer, uma colônia das bactérias adequadas, a fermentação ocorrerá também mas poderá atrair outras cepas de bactéria diferentes o que, eventualmente, pode não ser salutar.

Felizmente, aqui entre nós, é fácil de se conseguir uma colônia de kombucha, seja por doação (pela internet, facebook, fóruns ou blogs – procure pela palavra “kombucha”) ou até mesmo, comprando pelo Mercado Livre, por exemplo.

Prefira quem possa fornecer a você a base com um pouco do chá que a acompanha, pois assim é mais fácil de reproduzir (não varia o meio onde as bactérias se encontram).

O passo a passo para reproduzir a kombucha

 

Considerações iniciais:

É necessário lavar bem as mãos com sabão, tirar os anéis metálicos e limpar também, cuidadosamente, as superfícies sobre as quais serão colocados os objetos que irão entrar em contato com o cultivo ou com o chá.

Segundo o Lucas Montanari do Com Ciência Saúde, empresa que ensina sobre alimentação natural e saúde humana, o passo a passo para a reprodução da kombucha é o seguinte (com acréscimos importantes):

  • 1) Deve-se preparar chá preto ou chá verde em infusão na água fervente (água mineral pura e sem cloro) como de costume, em uma panela de aço inoxidável. Evitar qualquer utensílio de alumínio. Ex. prepare o chá com  com 1 litro de água. Deixar que a água ferva durante 5 a 10 minutos e, então, adicionar 50 gr de açúcar demerara e deixar ferver por mais 2 ou 3 minutos. Desligar o fogo e colocar 5 gr (1 colher de sopa) de folhas secas. Abafe de 15 a 20 minutos, coe e deixe esfriar. Após esfriar, adicione , 100 ml de kombucha já pronto (trata-se do chá já fermentado (bebida pronta) que deve vir junto à “panqueca” da kombuchá) OU 1 colher de sopa de vinagre de maçã.
  • 2) O chá deve ser despejado no vidro (grande, esterilizado, onde ocorrerá a fermentação). A “panqueca” da Kombuchá  (a mãe da fermentação, a “panqueca” – porção gelatinosa de bactérias)  deverá ser colocada com cuidado o cultivo sobre a superfície do líquido com a parte mais fina e clara para cima e a parte mais rugosa e escura para baixo. Não importa se o cultivo afundar ou virar. Este vidro (evite inox e nunca use alumínio!), de boca larga, deverá ser coberto com gaze ou tecido de algodão, para permitir a saída dos gases que se formam na fermentação e impedir a entrada das mosquinhas (aquelas pequeninas, as Drosophilas)
            Obs.:  A cultura de kombuchá deverá ser acrescentada à infusão após esta esfriar, caso contrário, morrerá.
  • 3) O vidro deve permanecer, tampado com o pano (coloque um elástico em volta da boca do vidro, fixando o tecido no lugar), em local escuro e fresco, onde não receba fumaça de cigarro, esporos de plantas, nem raios diretos do sol, pelo período de 5 a 7 dias, tempo médio que varia conforme a temperatura ambiente e da época do ano. Entretanto, pode-se, no calor,  provar a partir do 3º dia com uma colher de plástico (nunca alumínio) já que em cada local a fermentação procede de maneira singular. Ou seja, quanto mais quente o ambiente, mais rápido a fermentação ocorrerá. O paladar se assemelhará ao de um guaraná ou champagne, inclusive desprendendo algumas bolhas. Não há regra fixa, o gosto do interessado é que decidirá se está pronto ou se vale esperar mais uns dias.
                                            OBS: Durante a fermentação, desprenderá um certo odor ácido ou avinagrado. É necessário considerar esse fato na hora de selecionar o lugar onde se vai deixar o recipiente. Uma vez em seu lugar, não é conveniente movê-lo, pois isso pode alterar e atrasar o processo, inclusive se for provar a bebida durante a fermentação, tente fazê-lo de forma a movimentar o mínimo possível o líquido ou a colônia.
Ao retirar o pano, veremos que na superfície terá se formado outro cultivo (o “filho”). Se o primeiro cultivo ficou em cima, talvez os dois estejam pregados e será necessário separá-los. Se for necessário separá-las dê preferência ao filho pois deverá ser usado na próxima fermentação.
  • 4) Após esse período a bebida deverá ter um sabor levemente adocicado. Peneire o conteúdo com uma peneira fina – o que ficará na peneira é o scoby (“panqueca”), massa de bactérias vivas, que você deverá guardar para as próximas preparações. Para manter o scoby vivo e saudável, coloque-o em um vidro com 100 ml de água e guarde-o na geladeira. Se desejar continuar produzindo, após a retirada do líquido pronto, o scoby deve ser recolocado em um chá recém preparado, junto com 1 décimo do líquido já pronto anteriormente, reservado para esse ponto de partida e assim, sucessivamente.
ATENÇÃO: É recomendável deixar uns 10% do líquido fermentado para adicioná-lo a uma nova fermentação. Isso não é obrigatório. Se a fermentação em tempo normal está gerando bebidas avinagradas ou muito ácidas é recomendável realizar a fermentação sem os 10% de Kombucha pronto. Lembrando que no calor ou em lugares muito quentes a fermentação ocorre mais rápidamente. O único cuidado real que você tem que tomar é assegurar-se de que a colônia não tenha mofo.
OBS:

Deve-se ter em conta que uma colônia de tamanho médio tem cerca de 5 a 10 cms de diâmetro, é fina como um ovo frito e pesa em torno de 100 a 200 gramas. É possível utilizar medidas exatas utilizando uma balança digital de cozinha.

O sedimento de levedura que se vai formando no recipiente de fermentação pode ser deixado, mas a cada 2 ou 3 meses é conveniente tirá-lo e lavar a vasilha com água muito quente.

O açúcar aqui é utilizado como alimento para as bactérias e leveduras. Quando finalmente formos tomar o chá, a quantidade de açúcar presente nele será mínima.

Uma grande parte do açúcar que se adiciona ao chá é convertida em álcool (0,4 a 0,5%) que, por sua vez, a partir do 5° ou 6° dia começa a ser transformado em ácido acético .

  • 5) A kombucha (líquido peneirado) para seu consumo: você poderá guardar o líquido peneirado em garrafas de plástico (deixe sempre um tanto da garrafa vazia para poder juntar suco de frutas – uns 10% do volume está de bom tamanho)
  • 6) Os sucos de fruta que podem ser acrescentados à kombucha incluem limão, maçã, morango, abacaxi (integrais) ou especiarias como cravo, canela e gengibre. Cada opção tem a ver com o sabor final que terá a sua kombucha.
  • 7) A segunda fase da fermentação se dá nas garrafas de plástico, que devem ser bem fechadas. Nunca use garrafas de vidro pois, nesta fase a fermentação produz muito gás e as garrafas de vidro podem estourar se não forem específicas.
  • 8) As garrafas de plástico, nesta segunda fase de fermentação, ficarão de 24 a 48 horas fora da geladeira. Observe suas garrafas, estas não deverão deformar demais ou estufar demais – se isso acontecer abra levemente e deixe escapar um pouco do gás carbônico que se formou.  Após esse tempo, uma bebida efervescente estará pronta! O sabor é agradável e lembra maçã, com leve azedinho.
  • 9) Após este prazo, a kombucha durará, na geladeira, por até 3 meses, desde que sempre permaneça fechada – mas, mesmo na geladeira, a fermentação continua, então é natural que, quanto mais tarde, mais azeda estará sua kombucha. O ideal é preparar a quantidade que você vai consumir durante 2 semanas, e não mais.
  • 10) Prefira distribuir sua kombucha por garrafinhas pequenas, de uso individual pois, em uma garrafa grande, a bebida poderá acidificar, quando aberta, se transformando em vinagre.
  • 11) Não use nenhum utensílio metálico para preparar a kombucha, pois os metais reagem quimicamente com as bactérias
  • 12) O chá verde ou preto, base para a preparação da kombucha, pode ser substituído por chá mate, de hibisco ou jasmim. Porém, nas literaturas, os autores enfatizam sua preferência pelo chá preto, pois argumentam que ele usado junto ao Kombuchá tem mais efeitos benéficos para o nosso organismo. A colônia parece gostar mais do chá verde e aparentemente se reproduz mais rapidamente nesse chá. De fato os dois chás, o preto e o verde são da planta Camellia sinensis, ambos são fermentados, sendo que o verde é menos fermentado. Existe também da mesma planta o chá não fermentado ou chá branco. Evite os chás de hortelã e capim-santo pois, seus óleos essenciais destroem a colônia de bactérias que faz a fermentação.

Considerações finais:

O Kombuchá necessita de oxigênio para desenvolver seus processos metabólicos.
Por isso é conveniente que a boca do recipiente onde a fermentação se efetuará seja o mais larga possível pois, deste modo, será maior a superficie de contato com o ar. Conseqüentemente, será mais rápido o processo de fermentação.
O pano que cobrirá o recipiente deve protegê-lo dos insetos, mas não deve impedir que o ar passe .

O Kombuchá não necessita de luz para fermentar e ocorre bem à temperatura ambiente, entre os 20 e 30 grau centígrados. O recipiente de fermentação não deve ser movido uma vez iniciado o processo. A cozinha que por sua temperatura mais elevada poderia parecer um bom lugar, não o é, pois os vapores que se desprendem ao cozinhar incidem negativamente sobre a fermentação.

Se alguma vez, por acaso, uma fermentação se converter em vinagre não se desfaça dela. De certo é um vinagre de qualidade singular e sabor diferenciado e pode ser utilizado como tal. As qualidades saudáveis do Kombuchá estão todas nele, potencializadas e multiplicadas.

Adicionando os 10% de chá já fermentado e certificando-se de que o pano que cobre a vasilha deixe entrar livremente o ar, é pouco provável que se origine o tão temido mofo. Quando aparece, costuma formar pequenas ilhas sobre o cultivo “filho” ou boiando sobre a superfície do chá. Seu aspecto é filamentoso semelhante a qualquer outro tipo de mofo. Sua cor pode ser negra, verde, arroxeada, amarelada ou branca (muito branca, diferente do restante da colônia). Se isto ocorrer, meu conselho é desfazer-se de tudo, o chá, o cultivo “mãe” e o cultivo “filho” e, em seguida, lavar bem a vasilha com água fervendo, começando uma nova fermentação com um cultivo são. Leia também Colônia com mofo.

Muitas vezes, no “filho” se formam bolhas, mas isso é normal e não tem nada a ver com o mofo. Também são normais pedaços de cor marrom escuro que surgem na parte inferior do cultivo, em sua maior parte se tratam de células mortas de levedura. Outras vezes, o cultivo forma umas pequenas ilhas de cor esbranquiçada que flutuam sobre o chá. É normal e em 2 ou 3 dias essas ilhas irão aumentar até cobrir toda a superfície.

Os cultivos que não serão usados para uma nova fermentação devem ser descartados no lixo orgânico ou doados a alguém que queira experimentar o Kombuchá. Alguns textos dizem que não devemos, de maneira alguma, descartar nas pias ou vasos sanitários, pois os cultivos poderão crescer até obstruir seu encanamento no caso de contarem com alimento abundante (açúcar). Apesar de que eu pessoalmente nunca tenha lido ou ouvido falar de alguém que tivesse esse problema. Da mesma forma já li que num ambiente tão contaminado a colônia morreria ou seria alimento para outras formas de vida.

Kombucha não deve ser tomada por quem?

  • 1) Mulheres grávida, durante o último trimestre, pela presença de heparina, um anticoagulante que pode ser prejudicial no parto, para a mãe e para o bebê
  • 2) Lactantes, pois a kombucha age como laxante podendo causar dificuldades ao bebê
  • 3) Hemofílicos, por conta da heparina, que é um anticoagulante, situação de alto risco para essas pessoas.

Fonte: greenme.com.br, kombucha.blog.br

O texto é enorme e logo você pega o jeito e tudo fica mais fácil.

A verdade é que eu AMEI a bebida com frutas e dá um certo trabalhinho, mas nada perto do benefício que nos traz.

bisou, bisou,

Vivi



Receitas caseiras para evitar o ressecamento da pele

A dermatologista Karla Assed, que cuida de Xuxa, Claudia Leitte e Deborah Secco, explica quais os melhores ativos para hidratar, esfoliar e iluminar o corpo no inverno

Com as temperaturas baixas, certas partes do corpo ficam mais sujeitas ao ressecamento, entre elas os pés e as mãos. “Para ter mãos saudáveis e lindas, use protetor solar diariamente e cremes nutritivos à base de ureia, lanolina e ácido lático”, indica Karla Assed, dermatologista de XuxaAngélicaClaudia LeitteDeborah Secco e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. A médica dá algumas dicas de como ter uma pele bem hidratada no inverno.

Para as mãos: use cosméticos à base de ácido hialurônico e vitaminas C e E, assim como o uso de protetor solar diariamente e cremes nutritivos com ativos como ureia, lanolina e ácido lático.

Para os pés: use hidratante diariamente à base de ureia, glicerina, manteiga de karitê e óleo de semente de uva. Prefira também uma esfoliação semanal, em vez de lixar, para diminuir a aspereza. 

Esfoliação da pele do corpo: ajuda tanto no brilho e na hidratação, quanto na maciez.
Faça uma misturinha num pote com mel, açúcar e óleo de amêndoas doce e aplique no banho fazendo movimentos suaves e circulares no todo o corpo. Depois retire com água corrente.

Mistura para dar luminosidade à pele: coloque iogurte natural para gelar, retire o soro que fica em cima e aplique o iogurte com pincel no rosto formando uma máscara. Deixe por 10 minutos.

Receitinha caseira para ser usada nas mãos e nos pés: misture um pouco de hidratante com ureia, semente de uva ou óleo de girassol com algumas gotas de silicone gel. Massageie as mãos e os pés com a solução, até que ocorra a absorção completa. “A mistura manterá a hidratação da pele por muito mais tempo. Usar a noite é o ideal para que a pele absorva melhor as substâncias”, ressalta Karla Assed.

Fonte: http://revistamarieclaire.globo.com

bisou bisou,

Vivi



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