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O Pequeno Príncipe em animação 3D

O Pequeno Príncipe, clássico da literatura infantil escrito e ilustrado pelo francês Antoine de Saint-Exupéry, vai ganhar  uma adaptação para o cinema com direção de Mark Osborne (Kung Fu Panda).

A animação 3D custará 45 milhões de euros – é um dos maiores projetos europeus anunciados este ano. Os produtores franceses Aton Soumache (Renaissance) e Dimitri Rassam (A Cidade Das Crianças) contrataram Osborne com a intenção de dar ao filme um apelo internacional e, em conversa com a Variety, citam como exemplo a relação que o diretor japonês Hayao Miyazaki  tem com Hollywood. No momento, os produtores buscam um elenco internacional para emprestar suas vozes aos personagens.

À primeira vista, um livro para crianças. Na definição de Antoine Saint-Exupéry, seu autor, “um livro urgentíssimo para adultos”, o que talvez explique a extraordinária sobrevivência literária de O Pequeno Príncipe. Publicado pela primeira vez em 1943 na Nova York em que foi escrito e, no ano seguinte, na França, o livro chegou à Agir com o componente de acaso que, em geral, cerca a edição de fenômenos editoriais, já que a obra havia sido comprada por outra tradicional editora brasileira, que desistiu da publicação. Traduzida primorosamente por D. Marcos Barbosa, a versão brasileira chegou à livrarias em 1952, tendo vendido desde então mais de 4 milhões de exemplares.

Le Petit Prince, The Little Prince, El Principito, Der Kleine Prinz – em qualquer uma das mais de 150 línguas em que é publicado, causa encanto a história do piloto cujo avião cai no deserto do Saara, onde ele encontra um príncipe, “um pedacinho de gente inteiramente extraordinário” que o leva a uma jornada filosófica e poética através de planetas que encerram a solidão humana em personagens como o vaidoso, capaz de ouvir apenas elogios; o acendedor de lampiões, fiel ao regulamento; o bêbado, que bebia por ter vergonha de beber; o homem de negócios que possuía as estrelas contando-as e encontrando-as em ambição inútil e desenfreada; a serpente enigmática; a flor a qual amava acima de todos os planetas.

“Na primeira noite adormeci pois sobre a reai, a milhas e milhas de qualquer terra habitada. Estava mais isolado que o náufrago numa tábua, perdido no meio do mar. Imaginem então a minha surpresa, quando, ao despertar do dia, uma vozinha estranha me acordou. Dizia:- Por favor desenha-me um carneiro!”

O Pequeno Príncipe entra em desenvolvimento em 2012, com estreia prevista para 2014.

Você conhece o livro – O Pequeno Príncipe Ilustrado em  Edição Pop-up ?

O Pequeno Príncipe em pop-up tem ilustrações que parecem saltar do papel. As imagens são lindas aquarelas do autor.
O livro traz o texto integral do clássico O Pequeno Príncipe.

Fiquei encantada e quero de presente no meu aniversário. Eu sou apaixonada por livros pop-up. Tenho um guardado aqui, bem antigo, me lembra demais a minha infância.

Encontrei no Submarino por R$ 39,81, MAS OS PREÇOS CHEGAM A R$80,00!

Você sabe o que é um livro pop-up?

Estas imagens que parecem saltar das páginas quando abrimos o livro são chamadas de pop-up, uma dobradura feita com o maior cuidado. “Um livro pop-up exige um trabalho de arquitetura de papel muito sofisticado, mesmo o mais simples dele. E isso é algo para se respeitar. A maioria dos livros pop-ups é divertida ou está na fronteira do livro e do brinquedo, pois, quando a criança é bem pequenininha, tudo serve para brincar”, diz Bel Coelho, editora da Cosac Naify.

A história do livro pop-up é simples: começou em 1300 com livros feitos para explicar a astronomia, em três dimensões, e só depois de 600 anos é que passou a fazer parte da literatura infantil com um anuário chamado Daily Express Children’s. Mas até então, as imagens eram chamadas de ilustrações móveis. Só em 1930, com o escritor Harold Lentz, é que o termo pop-up surgiu.

bisou bisou,

Viviane



“100 Anos de Moda” de Cally Blackman, Editora Folha

Foi durante o século 20 que o mundo testemunhou a transformação do consumo da moda. Destinada apenas a uma elite no início desse período, a alta-costura ganhou universalidade nas últimas décadas principalmente graças ao cinema, a TV e o meio virtual.

“Desfiles de moda são transmitidos ao vivo pela internet, coleções de estilistas famosos são vendidas em lojas de grande varejo, os looks das ruas que vão ditar tendências ganham visibilidade nas mídias digitais”, explica o livro “100 anos de Moda”

Outros pontos fundamentais para a difusão de conceitos antes restritos a uma pequena parcela da população são abordados pelo volume de 400 páginas, como a interferência de Hollywood, primeiras-damas mundiais e estrelas da música.

A importância do prêt-à-porter (pronto para usar), que tornou a indumentária mais acessível ao público, não é esquecida por Cally Blackman, autora do título.

Professora do Central Saint Martin’s College of Art & Design, em Londres, Cally Blackman aborda os momentos cruciais que influenciaram a moda, como as vanguardas artísticas; a entrada das mulheres no mercado de trabalho;   o abalo da alta-costura diante de turbulências políticas, econômicas e culturais; e as tendências criadas por grupos urbanos – como beatniks, punks e rappers –, que democratizaram o estilo e redefiniram o modo de vestir nos dias atuais. A autora divide todo esse percurso em dois grandes períodos: de 1901 a 1959, e dos anos 1960 em diante.

A edição ilustrada reserva espaço para os grandes nomes da moda e suas obras. Coco Chanel, Jeanne Lanvin, Cristobal Balenciaga e Christian Dior são alguns dos destaques.

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Viviane



Novo livro de Gloria Kalil: Viajante Chic

Sou fã da querida Glorinha Kalil e fiquei feliz em saber que ela está lançando seu quinto livro, desta vez sobre viagens. O livro sai pelo selo Agir, da Ediouro, em duas versões: tipo moleskine, com capa dura, elástico, fitilho de marcar página e envelope para guardar cartões e endereços colhidos durante suas andanças (R$ 49,90) e a versão livro normal, mais simples e mais barato (R$ 29,90).

SINOPSE:

“Viajante chic!” é o melhor companheiro de viagem que se possa imaginar, seja você um viajante calejado ou um marinheiro de primeira viagem, seja sua viagem um bate-pronto de trabalho ou uma mais longa, de puro lazer. Aqui você encontra todo tipo de dicas — de documentos e acessórios que não podem faltar na bagagem até como proceder em aeroportos, cruzeiros, excursões e hotéis, mostrando ainda uma forma fácil e prática de arrumar suas malas. É a sua garantia de se sair bem daquelas situações inusitadas que sempre acontecem em qualquer viagem.

Gloria vai participar nesta quarta-feira (14.11) pré-feriado de uma conversa ao vivo com os leitores do Chic por conta do lançamento desse seu novo livro. Eles vão usar a ferramenta Hangout, do Google+, em que os participantes todos aparecem em vídeo simultaneamente como um grande bate-papo. Mas para quem não está acostumado ou quiser só assistir sem participar,  eles vão transmitir também pela TV Chic.

Fique de olho no site que eles divulgarão os links para todo mundo poder acompanhar.

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Viviane



Livro “Christian Lacroix e o conto da Bela Adormecida” será lançado no SPFW

No próximo dia 16 de junho, sábado, a Editora Master Books, da apresentadora e empresária Eliana Michaelichen, lança na São Paulo Fashion Week o livro “Christian Lacroix e o conto da Bela Adormecida” (Christian Lacroix and the Tale of the Sleeping Beauty). Inspirado na história da Bela Adormecida, o livro é assinado pela britânica Camilla Morton e traz ilustrações exclusivas, feitas pelo próprio Lacroix especialmente para o livro.

O livro conta a história do estilista, que desde pequeno gostava de desenhar e fazer colagens, colecionando mil ideias no seu álbum de recortes. Acompanhamos passagens interessantes da vida dele, como a emoção que sentia com as touradas. Após o evento, Lacroix recriava a arena, embelezando as vestimentas, as capas e as touradas no papel, usando cores que captavam a grandiosidade deslumbrante do que havia visto. Em certo momento, o conto do menino é cruzado com o da jovem princesa Bela, aprisionada em um castelo. Daí para a frente o leitor se delicia com o decorrer da narrativa, ilustrado com a assinatura marcante do estilista em uma edição luxuosa.

O lançamento acontece das 18h30 às 20 horas no Lounge Clube SPFW na Bienal e terá a presença de Eliana e outras personalidades.

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Viviane



Chanel: The Vocabulary of Style por Jerome Gautier

Quero muito ler o livro “Chanel, The Vocabulary of Style”, que traz à luz uma das personalidades mais intrigantes, cheia de opinião e inventivas do séc. XX: a história da estilista e ícone Coco Chanel em um livro de Jerome Gautier, especialista em fotografia e história da indumentária.

Gabrielle Coco Chanel, estilista: ‘eu dei às mulheres braços de verdade, pernas, movimentos autênticos e a capacidade de rir e de comer sem se sentir mal por isso’

Madri – O vestido preto, as inspirações barrocas e a androginia são as chave do estilo Chanel, ‘uma moda com um léxico singular presente na atual moda plural’, explica Jerome Gautier em seu livro ‘Chanel, As Chaves de um Estilo’ (em tradução livre).

Gabrielle Chanel, estilista muito à frente de seu tempo, criou um ‘look’ que transcendeu sua época. ‘A jaqueta de tweed, o bolso acolchoado e o vestidinho preto são as características da marca Chanel, não importa se originais ou não’, conta Gautier, jornalista francês.

Coco Chanel criou sua própria moda. Inspirada pelo desejo de comodidade lançou um estilo atrevido, moderno e informal com o qual ofuscou os pomposos vestidos de festa.

‘Roupas que apresentavam a mulher como uma boneca empetecada, asfixiada pelos penduricalhos e pelos desagradáveis espartilhos. As moças eram vítimas da mais penosa das modas‘, diz Gautier, especialista em fotografia e história da indumentária, em seu livro, composto por 11 capítulos e ilustrado com 209 imagens assinadas pelos mais badalados fotógrafos de moda.

Em 1913, Mademoiselle Chanel abriu sua primeira loja em Deauville, onde lançou sua coleção esportiva e de algodão leve. ‘Eu dei às mulheres braços de verdade, pernas, movimentos autênticos e a capacidade de rir e de comer sem se sentir mal por isso’, dizia Coco, que estudou em um internato de freiras.

Em Biarritz, lar de uma sociedade endinheirada, Chanel lançou sua primeira coleção de alta costura envolta em um ar de liberdade. ‘Recorto, ajusto e suprimo tudo o que incomoda o corpo e limita o gesto’, afirma a estilista.

Seu primeiro sucesso foi um vestido sem gola. Depois, vieram a blusa e o estilo marinheiro. A partir desse momento, ninguém ignorava mais Mademoiselle Chanel, ‘uma estilista pioneira que foi recebida pela melhor clientela de Paris’, detalha o autor.

Orgulhosa de seu sucesso, Coco se empenhou em sofisticar ainda mais seu estilo e em 1926 lançou o modelo número 817, o famoso vestidinho preto.

Sob um aspecto quase insignificante, este vestido resultou em um estilo atrevido pois mostrava mais das pernas da mulher, além de ser preto, cor que representava o poder e estava reservada à monarquia.

‘Antes de mim, ninguém tinha se atrevido a vestir-se de preto. Prefiro o negro sisudo com o qual as freiras de Aubazine se vestem à efusão de tons pastéis’, dizia Coco, que foi criada em um orfanato após a morte de sua mãe.

Desse universo religioso Coco tirou seu ideal de beleza espartano. ‘Não há nada que envelheça mais uma mulher do que aquilo que a enriquece’, declarava a desenhista, que transformou o preto em sua marca pessoal.

Muitas mulheres se tornaram suas clientes, mesmo as menos abastadas reivindicavam o melhor estilo Chanel. E ela, ao invés de se irritar com as cópias, as tomava como homenagens.

‘É verdade que copiam meus desenhos, mas isso não me preocupa, ao contrário, é uma enorme publicidade para mim’, comentou em uma ocasião.

A partir dos anos 1930, após uma viagem a Veneza, Chanel começou a exibir seu gosto pelo luxo, refletido em seus novos vestidos de festa, alguns em lamê dourado, lembrando barras de ouro.

A iconografia bizantina e persa a inspirou a criar novos desenhos de casacos para o dia e imponentes trajes para a noite, que não passavam despercebidos.

Além de contar com seu talento para criar um novo vestuário feminino, Coco Chanel se tornou a melhor garota propaganda de suas coleções. Era a modelo perfeita: ‘muito magra, com os cabelos à la garçon, ‘e sem peito nem cintura, muda as regras da sedução e leva a moda andrógina às ruas, tendência que fascina a homens e mulheres’, revela Gautier.

Assim, a jovem encarnou a antimoda e chamou atenção para sua graça de menina selvagem. Usava roupas de seus amantes e amigos, e aparecia em público com gravatas, gabardines e sapatos baixos.

Depois, vieram os jerseys, o pijama e as jaquetas de tweed com cachecol, figurino que realçava o estilo andrógino, ‘uma elegância inspirada na confusão entre o masculino e o feminino. Era uma minimalista à frente de seu tempo’, conta o autor.

‘As mulheres estão sempre vestidas demais, mas nunca muito elegantes‘, afirmava Coco Chanel.

bisou bisou,

Viviane



Promoção Très Chic. Participe e concorra ao livro “A Parisiense”

Para concorrer a um exemplar do livro “A Parisiense”, de Inès de La Fressange, da Editora Intrínseca basta :

* Preencher o FORMULÁRIO
* Curtir a Fan Page do PASSAPORTE PARA A BELEZA NO FACEBOOK
* As inscrições poderão ser feitas até o dia 25 de maio de 2012
* Resultado aqui no blog no dia 28 de maio de 2012

Para ter mais chances de concorrer:

- Se seguir o TWITTER DO BLOG e divulgar este link = + 1 chance

Promoção Très Chic. Participe e concorra ao livro “A Parisiensehttp://bit.ly/K5hvn7

- Se divulgar por aí: Facebook/Blogs/Google+/ Pinterest (e preencher o formulário, para cada link diferente, para gerar mais uma participação) = +1 chance

Caso não consiga visualizar o formulário, aqui está:

https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dHN4Ymt2LWwxa285a0h2SXhOOHNsbXc6MQ

Obrigada a Editora Intrínseca pela oportunidade!

Para saber mais detalhes sobre este livro maravilhoso, veja este post.

bisou bisou,
Viviane



A Parisiense – O guia de estilo de Inès de La Fressange

Nascida em 1957, na cidade de Gassin, pertinho de Saint-Topez, sul da França e vinda de uma família aristocrata, não demorou muito para Inès de la Fressange ganhar Paris.

Depois de formar-se na École du Louvre, na capital francesa, Inès decidiu seguir seu sonho de menina e tentar a sorte como modelo. E foi em 1974, aos 17 anos, que ela fez seu primeiro trabalho para a revista Elle francesa.

Na sequência desfilou para o estilista Thierry Mugler e a partir daí, cheia de personalidade e atitude, Inès começou a ser reconhecida como “a manequim que fala”. E em pouco tempo a francesinha já tinha conquistado seu espaço com grandes nomes da moda como Kenzo, Christian Lacroix, Claude Montana e Karl Lagerfeld, que a achava parecida com Coco Chanel – não por acaso, foi a primeira modelo a assinar um contrato de exclusividade com a maison francesa Chanel.

Cansada das passarelas, em 1994, Inès lançou sua própria marca com uma boutique de prêt-à-porter, na famosa Avenue Montagne. O sucesso imediato rendeu cinco lojas nos Estados Unidos, quatro no Japão e mais três na França. Nessa época criava roupas, sapatos e acessórios inspirados em seu próprio estilo e elegância.

Em 1999, após uma discussão com um de seus sócios, Inès perdeu sua marca, mas não a força de vontade. Foi então que em 2002 assumiu a direção artística da marca de sapatos Roger Vivier e no mesmo ano lançou o livro “Profession Mannequin”, em parceria com a revista Marie Claire.

Já em 2008, Inès de la Fressange foi condecorada com a Légion d´Honneur, graças à sua forma e otimismo. Este ano, durante a última Paris Fashion Week, desfilou belíssima para a maison Chanel, aos 53 anos, e provou que é uma vrai parisienne, de muito glamour!

E eu adorei receber da Intrínseca o livro que nós, admiradoras do estilo e charme das garotas parisienses, precisávamos ter: La Parisienne!

O livro conta todos os segredinhos das Parisienses chics e descoladas. E segundo Inès, as parisienses não necessariamente nasceram em Paris, mas sim escolheram o estilo de vida da cidade. Para quem anda sonhando em ser uma é leitura obrigatória e deliciosa.

Este foi o exemplar que recebi da Editora Intrínseca e já faz parte dos meu livros prediletos!

Inès de la Fressange, em colaboração com a jornalista de moda da Elle francesa Sophie Gachet, conta um pouco do que aprendeu sobre estilo e beleza durante décadas de experiência na indústria da moda e aconselha a como se vestir com o encanto das parisienses ao sugerir um guarda-roupa de itens básicos e bons acessórios, que garantem produções práticas e elegantes. As páginas muitas vezes vem ilustradas por desenhos que ela mesma fez, o que confere um ar ainda mais diferenciado e especial ao livro.

Além disso, oferece dicas sobre endereços de Paris que ela mesma adora como lojas reais e online, hotéis e restaurantes fora do circuito turístico oficial. É recheado de imagens divertidas e de lindas fotos inspiradoras feitas com a própria filha de Ines (Nine), uma bela jovem que mostra muito bem o charme parisiense.

A autora aconselha a refletir sempre antes de comprar uma peça e dividir o orçamento em itens básicos – e de qualidade – e paixões “que tornam o guarda-roupa alegre”, que para a modelo seriam cintos, bolsas e bijuterias. Além disso ela afirma que “Nada de usar tudo combinadinho!” é o grito de guerra da parisiense. Descombinar e não ser elementar é seu esporte preferido. Acrescentar dois ou três detalhes um pouquinho absurdos pode transformar uma produção, dando-lhe um ar ligeiramente maluco. É claro que misturar às vezes é arriscado. Um erro fashion pode acontecer, mas a parisiense sempre dá um jeito de transformar sua gafe em estilo. Ela também sabe que seguir regras de elegância com rigor não é uma boa ideia. Resista sempre ao estilo “moça arrumadinha”.

O livro é um dos Best-Sellers do NY Times e está na lista dos mais vendidos no Brasil. O livro é recheado com muitas gravuras e fotos, além de ter uma linguagem simples e despretensiosa que nos ajudam muito a entender os conceitos apresentados.

Este é um daqueles livros que a gente não vende, não dá e não empresta. Mas não é que aqui no blog a gente vai presentear uma leitora com esta maravilha de livro?!!! Uhu!

Em breve o post do sorteio. Não perca!

bisou bisou,

Viviane

Via: http://clarigonzaga.blogspot.com.br



Livro “Cabelo de estrela” do top cabelereiro Marco Antônio de Biaggi

O top cabelereiro Marco Antônio de Biaggi conta esses e outros segredinhos no livro “Cabelo de estrela” (Ed. Abril, 176 páginas, R$ 29,90).

Veja algumas perguntas que ele responde no livro:

1 – Toda mulher pode ficar loira?
“Sem dúvida! É claro que os loiros-clarríssimos caem melhor para as mulheres de pele braquinha. Mas morenas, negras e orientais também podem virar blond girls desde que apostem nas mechas em tons de caramelo e mel”.

2 – O que estraga mais, mechas ou tinturas?
“Ao contrário do que muita gente pensa, as mechas, quando feitas com descolorante, danificam mais o cabelo. Se for clarear até três tons da cor original, dá para usar tinta e danificar menos os fios”.

3 – Por que meu cabelo fica mais bonito quando lavado no salão?
“Alguns salões usam água mineral ou filtrada para evitar o acúmulo de cloro nos fios. Mas, na minha opinião, o que faz mesmo diferença é que os profissionais enxáguam muito bem, evitando resíduos que tornam o cabelo pesado e opaco. Em casa, na hora do banho, passe o dedo pela raiz e cheque se ela está um pouco áspera – às vezes, chega até a fazer um barulhinho. Significa que o enxague foi eficiente”.

4 – É verdade que o cabelo “acostuma” com o xampu?
“Não existe nenhum estudo científico que prove a teoria. Enquanto o xampu estiver deixando o seu cabelo bonito, não há motivo para trocar. Após um tempo usando xampu e condicionador para cabelo danificado, os fios podem realmente ficar pesados. Aí, sim, vale a pena a mudança. Opte por produtos translúcidos, que costumam ter menos substâncias hidratantes”.

5 – Todo cabelo precisa de condicionador?
“Não obrigatoriamente. Mas são poucas as mulheres que têm os fios virgens, preservadíssimos. O condicionador ajuda a selar as cutículas, facilitando na hora de desembaraçar e garantindo mais brilho. Se o seu cabelo for oleoso, use apenas nas pontas. Se for extremamente ressecado, substituia o condicionador por por uma máscara de tratamento ainda no banho. Finalize com um creme hidratante sem enxague”.

6 – Quero deixar o cabelo crescer. Posso ficar quanto tempo sem cortar?

“Costumo dizer que um bom corte, de preferência com bastante repicado, dura em média seis meses. Por isso, vale a pena investir em um bom profissional duas vezes por ano”.

7 – Tem dia que meu cabelo está incrível. Em outros, rebelde. Por que isso acontece?
“Só pode ser culpa do clima. A umidade é a maior inimiga dos fios – aumenta o volume e causa o arrepiado. A saída é blindar o cabelo com produtos antifrizz. À base de silicone, eles encapam o fio, impedindo a ação da umidade. Da próxima vez que for cortar, peça orientação ao seu cabelereiro em relação à finalização. Ele poderá indicar o melhor produto e ensiná-la a usá-lo”.

8 – Como domar os cachos pela manhã?
“Leave-in neles! O modelador de cachos é o melhor amigo desse tipo de fio. Se for em spray, pode borrifar o produto nos fios secos. Se for em creme ou gel, umedeça as mechas antes. De qualquer forma, use a toalha para amassar os cabelos das pontas à raiz.

9 – Usar a chapinha nos fios molhados faz mal?
“Sim. Apesar de já existirem alguns aparelhos com essa proposta, recomendo antes tirar a umidade dos fios com o secador. Assim, você diminui o tempo de calor a que o fio ficará exposto e minimiza danos, como quebra e ressecamento”.

10 – Dá para ter ondas de Gisele Bündchen sem usar o babyliss?
“Depois de lavar o cabelo, faça dois coquinhos baixos, um de cada lado do da cabeça. Deixe secar assim. Quando soltar, ondas bem desenhadas se formam”.

bisou bisou,

Viviane

Fonte: http://br.mulher.yahoo.com



Como passar em provas e concursos – William Douglas

Como passar em provas e concursos, de William Douglas, chega à sua 26ª edição com mais de 175 mil exemplares vendidos. Além de um best-seller da área de concursos, é leitura obrigatória para todos os que almejam ser aprovados em qualquer prova ou concurso público.
William Douglas oferece um manual completo com técnicas e esquemas que transformam o modo como o estudante conduz seu aprendizado. O autor é conhecido como “guru de concursos”, passou em nove deles, sendo cinco em primeiro lugar. Utilizou sua experiência para criar um manual excelente que inspira e ensina.
O objetivo é trazer métodos que levem o estudante a aprender melhor e render mais em provas. As técnicas e esquemas são de fácil aplicação e ajudam qualquer um a organizar grande quantidade de material em pouco tempo, além de otimizar o estudo e assimilar melhor o conteúdo.
Na obra, o autor desenvolve hábitos eficazes para serem aplicados não apenas nos momentos de avaliação, mas também na vida diária. O leitor terá respostas para dúvidas que nunca lhe foram respondidas.
Nesta 25ª edição, o DVD que acompanha o livro está totalmente reformulado, com informações inéditas que ajudarão os concurseiros a vencer. O autor mantém a excelência e a qualidade, revista e com um novo layout.
Meninas, eu li este livro (Edição de 2002) e é admirável como este autor inclui, além de técnicas de estudos para , além de aprender, memorizar as matérias e muita motivação, a importância de nosso relacionamento e reconhecimento da dependência de Deus. Suas dicas podem ser aplicadas em muitas áreas de nossas vidas. Portanto é uma leitura válida para nos ajudar nos desafios do dia a dia.
O livro traz muitas frases célebres e versículos bíblicos muito bem aplicados aos assuntos. Isso mostra como Deus pode estar em nossa vida em absolutamente  todas as áreas, envolvido em todos os processos, caminhando com a gente, sendo Deus, sendo Pai, tão perto e de forma tão íntima.
Fiquei curiosa para ver este DVD que vem na nova edição e ler outros livros do autor:
bisou bisou,
Viviane



Livros sobre o LUXO

O QUE É LUXO?
[Do lat. luxu.]
S. m.
1. Modo de vida caracterizado por grandes despesas supérfluas e pelo gosto da
ostentação e do prazer; fausto, ostentação, magnificência
2. Caráter do que é custoso e suntuoso
3. Bem ou prazer custoso e supérfluo; superfluidade, luxaria
(Dicionário Aurélio)
 
Etimologicamente, “luxo” e “luz” têm a mesma origem, vêm do latim “lux”, que significa “luz”. Como se pode verificar na definição acima transcrita, a referência à luz provavelmente associa-se com conceitos como brilho, esplendor, distinção perceptível ou resplandecente (João Braga, 2004). Ao examinarmos a definição dicionarizada, notamos que há uma dimensão bastante concreta do termo (suntuosidade, fausto, pompa, supérfluo, aparência,
poder material). Contudo, como continua observando João Braga, há vários aspectos intangíveis embutidos no conceito, pois o luxo “deixa de estar ligado a um objeto para se associar a um signo, a um código, a um comportamento, à vaidade, ao conforto, a um estilo de vida, a valores éticos e estéticos,(…) ao prazer e ao requinte.”
O luxo relaciona-se com o que é raro, exclusivo, restrito e, consequentemente, de custo mais elevado. Podemos resumir que o luxo é sempre caro e raro. Se for acessível à maioria das pessoas, deixa de ser luxo.
Luxo é tudo o que sinaliza privilégio, elite, nobreza, prestígio, aristocracia, riqueza, estilo.
O desejo pelo luxo é uma característica da espécie humana.
No entanto o luxo hoje não está apenas no ter, no possuir por pura e mera vontade de acumular. O luxo de hoje está em sentir, em abraçar uma sensação que alguns serviços são capazes de proporcionar.
Pode ser considerado um luxo também a escolha de parar um tempo para refletir e repensar a vida, sem que seja necessário para isso a aquisição de algo material.

Aqui estão alguns livros sobre o LUXO:

Livro ”Precisar, Não Precisa: um Olhar Sobre o Consumo de Luxo no Brasil” de Andre Cauduro D’angelo
Se são as necessidades que mantêm nossos corpos vivos, são os desejos e as vontades que nos mantêm realmente vivos – mente, psique, coração. Não importa muito do que se precisa, e sim o que se quer – e o luxo é o querer levado ao máximo. Precisar, Não Precisa examina o comportamento dos protagonistas do mercado brasileiro de bens de luxo sob uma ótica cultural, fugindo dos clichês que impedem uma compreensão mais aprofundada deste recente fenômeno de consumo em nosso país. Um livro que irá interessar não só a profissionais e estudantes de marketing, comunicação e ciências sociais, como também a todos que, por pura curiosidade, gostariam de saber o que se passa no universo das bolsas Louis Vuitton e dos ternos Armani.
Livro “O Luxo Eterno” de Gilles Lipovetsky & Elliete Roux
Leitura necessária para quem gosta de moda e seu contexto sociológico, o livro “O Luxo Eterno” de Gilles Lipovetsky & Elliete Roux trata da história do luxo para diferentes civilizações ao longo do tempo.
O que era luxo no século X? O que é luxo agora? O luxo está somente atrelado ao consumo de marcas famosas ou é o maior recurso de diferenciação e criação de uma identidade individual?
Para todas essas perguntas existe uma resposta e ela está neste livro.

Livro Luxo for All, de José Luiz Tejon, Roberto Panzarini e Victor Megido.
O que significa luxo nos dias de hoje? O alargamento da classe média em uma sociedade global está causando uma verdadeira revolução no mundo do marketing e das vendas. Vivemos uma mudança de conceitos, pois aquilo que há algum tempo era reservado estritamente à elite, hoje interessa e está ao alcance das massas. O luxo como distinção baseada no dinheiro está em crise, e nessa fase de mudanças mundiais, empresas que não se ajustarem ao novo mercado correrão o risco de desaparecer. O quanto você e seu negócio estão prontos para atender à nova demanda de luxo que viveremos no país nos próximos anos? Atualmente, o luxo, além de tornar-se mais acessível às classes antes marginalizadas, significa o consumo para o bem-estar, para agradar-se e melhorar a própria qualidade de vida. É um luxo diferente, mas nem por isso menos nobre. Luxo for all é o novo paradigma.

 
Livro Marketing de Luxo de Suzane Strehlau
O pragmático modo americano e a tradicional visão européia do luxo estão reunidos neste livro, cuja intenção não é defender uma delas, mas mostrar a convergência e utilidade das duas de modo mais imparcial possível.
A finalidade não é mostrar quais são as melhores práticas, ou fazer uma ode ao luxo, mas embasar pesquisas e decisões estratégicas.
Esta obra não é um guia sobre produtos de luxo, nem tampouco um manual acadêmico.
A idéia é simplificar um emaranhado de teorias e práticas para auxiliar pesquisadores e profissionais de marketing a refletir sobre diversos conceitos que circulam, como novo luxo, falsificação de marcas, luxo verdadeiro ou tradicional e submarcas.
O objetivo não é dar uma solução-padrão, mas despertar a consciência das implicações do uso de algumas ferramentas de marketing em bens de luxo.
Neste livro inovador, são discutidos o mercado de luxo brasileiro, o conceito de luxo aplicado ao marketing, o comportamento do consumidor de produtos de luxo e a questão da imitação e da falsificação.

O luxo: os segredos dos produtos mais desejados do mundo de
Jean Castarède
Sinopse: O autor (francês de Bordeaux, nascido em 1934) é considerado criador dos primeiros MBAs em gestão de empresas de luxo. O livro aborda o luxo nos aspectos cultural, econômico, histórico e comercial, com um capítulo dedicado à gestão do luxo. É considerado bibliografia fundamental para entendimento do tema.

 

Livro O Novo Luxo de Kathia Castilho e Nízia Villaça

Na atualidade vão se processando novas formas de construir o sentido do produto luxuoso. A comunicação do luxo como poder assume outros desenhos em que a importância do processo de codificação/decodificação textual se sobressai. O luxo perde a obviedade do material nobre e ganha em capital cultural. Os personagens privilegiados, as celebridades do contemporâneo investem na produção de códigos que exigem um verdadeiro investimento para o reconhecimento e fruição. O luxo se dá no detalhe só diagnosticado pelos escolhidos, o luxo se dá no design, na sofisticação tecnológica, na hipermobilidade. O luxo exige aprendizado do raro e do exótico e exige também separações e limites: da sala Vip ao mundo virtual. Formas e valores são criados e ressignificados.

?Deluxe – Como o Luxo Perdeu o Brilho de Dana Thomas
Dana Thomas defende que a democratização das grifes de luxo, condensadas em conglomerados, desenfreou o consumismo. O luxo era “domínio dos ricos e famosos”, escreve a autora, até que o “terremoto jovem dos anos 60″ derrubou o elitismo e as barreiras sociais, deixando-o fora de moda “até que um novo e poderoso grupo demográfico (a mulher executiva solteira) surgisse nos anos 80″. Com renda disponível e cartões de crédito, as mulheres tornaram-se mercado consumidor ávido, ‘saciado’ pelos comerciantes de luxo, que injetaram dinheiro em campanhas de publicidade com celebridades e estrelas de cinema.
Em “Deluxe”, a autora conta como peças artesanais, desenvolvidas por artesãos que criavam artigos para a corte real francesa, para a aristocracia européia e para a alta burguesia americana, tornaram-se objetos replicados em redes de varejo. O livro esclarece como funciona a engrenagem das principais confecções de roupas e acessórios de luxo e mostra a transformação de grifes exclusivas em corporações globalizadas.
Dana Thomas não compartilha do pensamento de que “quanto mais gente puder usar moda, melhor”. Segundo a autora, “para alcançar isso, a indústria sacrificou a integridade, sabotou seus produtos, maculou sua história e enganou os consumidores”. Ela ainda acrescenta que “para tornar o luxo ‘acessível’, os magnatas o despiram de tudo o que o tornava especial. O luxo perdeu o brilho.”
Livro O Universo do Luxo de Silvio Passarelli, do
qual já falei NESTE LINK e que eu acabei de ler e é ótimo!
bisou bisou,
Viviane



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